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Aproveitamento do caroço do açaí é objetivo de pesquisadores da Uepa

Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias. Na foto, as alunas do curso de engenharia florestal do CCSE Ana Cláudia Batista (cabelo curto) e Elienara Rodrigues (cabelos longos).
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
BELÉM – PARÁ

Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias. Na foto, as alunas do curso de engenharia florestal do CCSE Ana Cláudia Batista (cabelo curto) e Elienara Rodrigues (cabelos longos).
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
BELÉM – PARÁ

Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias. Na foto, as alunas do curso de engenharia florestal do CCSE Ana Cláudia Batista (cabelo curto) e Elienara Rodrigues (cabelos longos).
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
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Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias. Na foto, estudos que apontam a presença de antioxidantes no extrato do carroço do açaí testado em roedores.
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
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Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias. Na foto, estudos que apontam a presença de antioxidantes no extrato do carroço do açaí testado em roedores.
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
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Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias. Na foto, a aluna do curso de medicina, Carla Lima.
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
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Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias. Na foto, estudos que apontam a presença de antioxidantes no extrato do carroço do açaí testado em roedores.
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
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Joseane Gonçalves Rabelo, Egressa do curso de Tecnologia de Alimentos da Uepa, e o banco produzido com caroços de açaí reaproveitado, madeira e fibra de acrílico.
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
BELÉM – PARÁ

Joseane Gonçalves Rabelo, Egressa do curso de Tecnologia de Alimentos da Uepa, e o banco produzido com caroços de açaí reaproveitado, madeira e fibra de acrílico.
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
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Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias.
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
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Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias. Na foto, as alunas do curso de engenharia florestal do CCSE Ana Cláudia Batista (cabelo curto) e Elienara Rodrigues (cabelos longos).
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
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Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias.
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
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Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias.
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
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Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias.
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
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Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias.
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
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Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias.
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
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Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias.
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
BELÉM – PARÁ

Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias.
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
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Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias.
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
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Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias.
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
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Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias.
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
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Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias.
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
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Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias.
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
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Ana Cláudia Batista, engenheira florestal, egressa do CCSE UEPA.
Elienara Rodrigues, engenheira florestal, egressa do CCSE UEPA.
Marcelo Raiol, professor doutor em engenharia de recursos naturais.

Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias.
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
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Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias.
FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA
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