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Ciência vai ao encontro da tradição, no Pará

Buscando trazer ao debate o cuidado de resguardar o imenso patrimônio material e biológico presentes nas diversas comunidades do Brasil, a academia tenta popularizar hoje o conceito de Bioculturalidade. “Há uma tendência global de retorno ao natural. A Etnobiologia e todas as etnociências já demonstram isso. Tentamos agora repensar nossas relações com as comunidades tradicionais”, apresenta a curadora do Herbário Marlene Freitas da Silva, da Universidade do Estado do Pará (Uepa), professora doutora Flávia Lucas (foto).
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 18.07.2017
BELÉM – PARÁ

Solenidade de outorga de grau superior a integrantes do povo Tapajós Arapiun no curso de Licenciatura Intercultural Indígena – Parfor Uepa, na noite desta sexta-feira, 9, em Santarém.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 09.06.17
SANTARÉM – PARÁ

Pesquisdores do Laboratório de Morfofisiologia da Uepa, campus CCBS. Na foto, Renata Cunha Silva, pesquisadora das propriedades da Aloe Vera/ Babosa.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 18.07.2017
BELÉM – PARÁ

“Eu gostaria de ver a medicina tradicional no mesmo patamar de importância da medicina acadêmica, embora não acredite que chegue a ver esse dia, pois tudo que é comprovado, é tirado do saber tradicional e aplicado como um ‘achado’ científico”, observa. A descrença de Dona Coló com o reconhecimento de seu saber contrasta com a visão mais aberta de Rosineide de Oliveira Braga (foto), de 34 anos, vinte destes dedicados à manipulação de ervas medicinais. “Eu sou uma cuidadora e tenho plena confiança nos meus conhecimentos, embora acredite que o saber tradicional e científico podem andar de mãos dadas”, opina.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 31.07.2017
BELÉM – PARÁ

Pesquisdores do Laboratório de Morfofisiologia da Uepa, campus CCBS.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 18.07.2017
BELÉM – PARÁ

Pesquisdores do Laboratório de Morfofisiologia da Uepa, campus CCBS.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 18.07.2017
BELÉM – PARÁ

Pesquisdores do Laboratório de Morfofisiologia da Uepa, campus CCBS.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 18.07.2017
BELÉM – PARÁ

Pesquisdores do Laboratório de Morfofisiologia da Uepa, campus CCBS.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 18.07.2017
BELÉM – PARÁ

Pesquisdores do Laboratório de Morfofisiologia da Uepa, campus CCBS.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 18.07.2017
BELÉM – PARÁ

Pesquisdores do Laboratório de Morfofisiologia da Uepa, campus CCBS.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 18.07.2017
BELÉM – PARÁ

As professoras doutoras Tereza Cristina e Kátia Kietzer orientam a aluna Jamylle Campos na pesquisa que investiga os efeitos anti-inflamatórios da andiroba associada ao ultrassom no tratamento de lesões em ratos (foto). “Investigar um tratamento tradicional não parte de uma desconfiança de sua eficácia e sim da certeza de que aquilo funciona, pois crescemos com aquilo. Sabemos que dará certo e queremos mostrar para o mundo, dentro do método científico, que funciona”, esclarece a professora Tereza.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 18.07.2017
BELÉM – PARÁ

As professoras doutoras Tereza Cristina e Kátia Kietzer orientam a aluna Jamylle Campos na pesquisa que investiga os efeitos anti-inflamatórios da andiroba associada ao ultrassom no tratamento de lesões em ratos (foto). “Investigar um tratamento tradicional não parte de uma desconfiança de sua eficácia e sim da certeza de que aquilo funciona, pois crescemos com aquilo. Sabemos que dará certo e queremos mostrar para o mundo, dentro do método científico, que funciona”, esclarece a professora Tereza.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 18.07.2017
BELÉM – PARÁ

Buscando trazer ao debate o cuidado de resguardar o imenso patrimônio material e biológico presentes nas diversas comunidades do Brasil, a academia tenta popularizar hoje o conceito de Bioculturalidade. “Há uma tendência global de retorno ao natural. A Etnobiologia e todas as etnociências já demonstram isso. Tentamos agora repensar nossas relações com as comunidades tradicionais”, apresenta a curadora do Herbário Marlene Freitas da Silva, da Universidade do Estado do Pará (Uepa), professora doutora Flávia Lucas. Na foto, o Herbário Marlene Freitas da Silva, da Universidade do Estado do Pará (Uepa).
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 18.07.2017
BELÉM – PARÁ

A fala de Kátia Melo ecoa a do reitor da Uepa, Rubens Cardoso (foto), que reconhece a necessidade de inclusão do conhecimento tradicional produzido na Amazônia e de estabelecer uma conexão direta com as comunidades. “O Pará é multicultural. Sendo a Uepa uma das maiores universidades multicampi da região, é natural que estejamos em posição de ampliar este diálogo”, observa. “Evoluir é necessário, inovar também. Entretanto, é possível construir conhecimento incluindo o saber tradicional, ao invés de negá-lo. É uma questão de mediação e respeito e ainda temos muito a aprender com eles”, acrescenta.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 31.07.2017
BELÉM – PARÁ

Pesquisdores do Laboratório de Morfofisiologia da Uepa, campus CCBS. Na foto, Renata Cunha Silva, pesquisadora das propriedades da Aloe Vera/ Babosa.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 18.07.2017
BELÉM – PARÁ

Pesquisdores do Laboratório de Morfofisiologia da Uepa, campus CCBS. Na foto, Renata Cunha Silva, pesquisadora das propriedades da Aloe Vera/ Babosa.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 18.07.2017
BELÉM – PARÁ

Quem nasceu no Pará e tem mais de 30 anos dificilmente escapou de uma “cura” na garganta em períodos de gripe. Aplicado pela mãe e orientado pela avó, o método consiste em aplicar o óleo de andiroba (foto) diretamente na garganta, para acelerar seu poder curativo e livrar a criança dos fluidos e inflamação local. Entretanto, é cada vez menos comum a aplicação deste conhecimento tradicional nas metrópoles amazônicas, o que em muito se deve à adesão ao saber científico, que prescreve remédios e tratamentos desenvolvidos dentro de um método científico.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 31.07.2017
BELÉM – PARÁ

Há 34 anos trabalhando com remédios e tratamentos feitos puramente com ervas medicinais, Clotilde de Souza, conhecida internacionalmente como Dona Coló (foto), é uma das erveiras mais reverenciadas do Ver-o-Peso. Do alto dos seus 65 anos e membro da terceira geração de erveiras da família, ela iguala seus conhecimentos aos de um profissional de saúde. “O médico tem o diploma, mas eu tenho a sabedoria. Mal sei assinar meu nome em um papel, embora saiba receitar tratamentos para os mais diversos males do corpo e da alma”, resume.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 31.07.2017
BELÉM – PARÁ

Todas as ervas comercializadas na barraca nº 34 são plantadas, colhidas e manipuladas por ela em seu quintal, que também é a fonte de toda a medicina consumida pelos nove filhos e sete netos. Dona Coló revela o ingrediente principal de todos os seus preparados. “A fé e a positividade, tanto minha, que preparo, como a de quem consome são fundamentais para o sucesso do tratamento. Acho que não só aqui como em qualquer situação da vida”, descreve. Ela afirma nunca ter tido seus conhecimentos colocados em xeque, mas garante que existe uma barreira para sua aplicação.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 31.07.2017
BELÉM – PARÁ

Todas as ervas comercializadas na barraca nº 34 são plantadas, colhidas e manipuladas por ela em seu quintal, que também é a fonte de toda a medicina consumida pelos nove filhos e sete netos. Dona Coló revela o ingrediente principal de todos os seus preparados. “A fé e a positividade, tanto minha, que preparo, como a de quem consome são fundamentais para o sucesso do tratamento. Acho que não só aqui como em qualquer situação da vida”, descreve. Ela afirma nunca ter tido seus conhecimentos colocados em xeque, mas garante que existe uma barreira para sua aplicação.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 31.07.2017
BELÉM – PARÁ

Todas as ervas comercializadas na barraca nº 34 são plantadas, colhidas e manipuladas por ela em seu quintal, que também é a fonte de toda a medicina consumida pelos nove filhos e sete netos. Dona Coló revela o ingrediente principal de todos os seus preparados. “A fé e a positividade, tanto minha, que preparo, como a de quem consome são fundamentais para o sucesso do tratamento. Acho que não só aqui como em qualquer situação da vida”, descreve. Ela afirma nunca ter tido seus conhecimentos colocados em xeque, mas garante que existe uma barreira para sua aplicação.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 31.07.2017
BELÉM – PARÁ

Todas as ervas comercializadas na barraca nº 34 são plantadas, colhidas e manipuladas por ela em seu quintal, que também é a fonte de toda a medicina consumida pelos nove filhos e sete netos. Dona Coló revela o ingrediente principal de todos os seus preparados. “A fé e a positividade, tanto minha, que preparo, como a de quem consome são fundamentais para o sucesso do tratamento. Acho que não só aqui como em qualquer situação da vida”, descreve. Ela afirma nunca ter tido seus conhecimentos colocados em xeque, mas garante que existe uma barreira para sua aplicação.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 31.07.2017
BELÉM – PARÁ

Há 34 anos trabalhando com remédios e tratamentos feitos puramente com ervas medicinais, Clotilde de Souza, conhecida internacionalmente como Dona Coló (foto), é uma das erveiras mais reverenciadas do Ver-o-Peso. Do alto dos seus 65 anos e membro da terceira geração de erveiras da família, ela iguala seus conhecimentos aos de um profissional de saúde. “O médico tem o diploma, mas eu tenho a sabedoria. Mal sei assinar meu nome em um papel, embora saiba receitar tratamentos para os mais diversos males do corpo e da alma”, resume.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 31.07.2017
BELÉM – PARÁ

O Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), executado pela Uepa, trabalha para ampliar o diálogo entre os saberes, quando professores também se tornam alunos ao interagir com comunidades tradicionais. “Foi a partir da experiência como professores formadores que tivemos o olhar voltado para uma nova relação pedagógica ao trabalhar a formação de professores no Parfor, ou seja, estabelecer um contato formativo em dimensões diferenciadas das que temos com a graduação extensiva, cujo perfil do alunado é totalmente distinto. Nesse ponto, há um desafio muito grande e ao mesmo tempo um rico aprendizado”, resume a coordenadora do Parfor na Uepa, a professora doutora Kátia Melo. O Parfor/Uepa já formou 1.505 professores, atualmente conta com aproximadamente 49 turmas e cerca de 1.436 alunos em formação em mais de 30 municípios do Pará. Na foto, solenidade de outorga de grau superior a integrantes do povo Tapajós Arapiun no curso de Licenciatura Intercultural Indígena – Parfor Uepa, na noite desta sexta-feira, 9, em Santarém.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 09.06.17
SANTARÉM – PARÁ

O Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), executado pela Uepa, trabalha para ampliar o diálogo entre os saberes, quando professores também se tornam alunos ao interagir com comunidades tradicionais. “Foi a partir da experiência como professores formadores que tivemos o olhar voltado para uma nova relação pedagógica ao trabalhar a formação de professores no Parfor, ou seja, estabelecer um contato formativo em dimensões diferenciadas das que temos com a graduação extensiva, cujo perfil do alunado é totalmente distinto. Nesse ponto, há um desafio muito grande e ao mesmo tempo um rico aprendizado”, resume a coordenadora do Parfor na Uepa, a professora doutora Kátia Melo. O Parfor/Uepa já formou 1.505 professores, atualmente conta com aproximadamente 49 turmas e cerca de 1.436 alunos em formação em mais de 30 municípios do Pará. Na foto, solenidade de outorga de grau superior a integrantes do povo Tapajós Arapiun no curso de Licenciatura Intercultural Indígena – Parfor Uepa, na noite desta sexta-feira, 9, em Santarém.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 09.06.17
SANTARÉM – PARÁ

O Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), executado pela Uepa, trabalha para ampliar o diálogo entre os saberes, quando professores também se tornam alunos ao interagir com comunidades tradicionais. “Foi a partir da experiência como professores formadores que tivemos o olhar voltado para uma nova relação pedagógica ao trabalhar a formação de professores no Parfor, ou seja, estabelecer um contato formativo em dimensões diferenciadas das que temos com a graduação extensiva, cujo perfil do alunado é totalmente distinto. Nesse ponto, há um desafio muito grande e ao mesmo tempo um rico aprendizado”, resume a coordenadora do Parfor na Uepa, a professora doutora Kátia Melo. O Parfor/Uepa já formou 1.505 professores, atualmente conta com aproximadamente 49 turmas e cerca de 1.436 alunos em formação em mais de 30 municípios do Pará. Na foto, solenidade de outorga de grau superior a integrantes do povo Tapajós Arapiun no curso de Licenciatura Intercultural Indígena – Parfor Uepa, na noite desta sexta-feira, 9, em Santarém.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 09.06.17
SANTARÉM – PARÁ

Buscando trazer ao debate o cuidado de resguardar o imenso patrimônio material e biológico presentes nas diversas comunidades do Brasil, a academia tenta popularizar hoje o conceito de Bioculturalidade. “Há uma tendência global de retorno ao natural. A Etnobiologia e todas as etnociências já demonstram isso. Tentamos agora repensar nossas relações com as comunidades tradicionais”, apresenta a curadora do Herbário Marlene Freitas da Silva, da Universidade do Estado do Pará (Uepa), professora doutora Flávia Lucas. Na foto, o Herbário Marlene Freitas da Silva, da Universidade do Estado do Pará (Uepa).
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 18.07.2017
BELÉM – PARÁ

Herbário Uepa.
Professora Flávia Lucas, coordenadora do Herbário.

Buscando trazer ao debate o cuidado de resguardar o imenso patrimônio material e biológico presentes nas diversas comunidades do Brasil, a academia tenta popularizar hoje o conceito de Bioculturalidade. “Há uma tendência global de retorno ao natural. A Etnobiologia e todas as etnociências já demonstram isso. Tentamos agora repensar nossas relações com as comunidades tradicionais”, apresenta a curadora do Herbário Marlene Freitas da Silva, da Universidade do Estado do Pará (Uepa), professora doutora Flávia Lucas. Na foto, o Herbário Marlene Freitas da Silva, da Universidade do Estado do Pará (Uepa).
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 18.07.2017
BELÉM – PARÁ

Buscando trazer ao debate o cuidado de resguardar o imenso patrimônio material e biológico presentes nas diversas comunidades do Brasil, a academia tenta popularizar hoje o conceito de Bioculturalidade. “Há uma tendência global de retorno ao natural. A Etnobiologia e todas as etnociências já demonstram isso. Tentamos agora repensar nossas relações com as comunidades tradicionais”, apresenta a curadora do Herbário Marlene Freitas da Silva, da Universidade do Estado do Pará (Uepa), professora doutora Flávia Lucas. Na foto, o Herbário Marlene Freitas da Silva, da Universidade do Estado do Pará (Uepa).
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 18.07.2017
BELÉM – PARÁ

Buscando trazer ao debate o cuidado de resguardar o imenso patrimônio material e biológico presentes nas diversas comunidades do Brasil, a academia tenta popularizar hoje o conceito de Bioculturalidade. “Há uma tendência global de retorno ao natural. A Etnobiologia e todas as etnociências já demonstram isso. Tentamos agora repensar nossas relações com as comunidades tradicionais”, apresenta a curadora do Herbário Marlene Freitas da Silva, da Universidade do Estado do Pará (Uepa), professora doutora Flávia Lucas. Na foto, o Herbário Marlene Freitas da Silva, da Universidade do Estado do Pará (Uepa).
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 18.07.2017
BELÉM – PARÁ

As professoras doutoras Tereza Cristina e Kátia Kietzer orientam a aluna Jamylle Campos (foto) na pesquisa que investiga os efeitos anti-inflamatórios da andiroba associada ao ultrassom no tratamento de lesões em ratos. “Investigar um tratamento tradicional não parte de uma desconfiança de sua eficácia e sim da certeza de que aquilo funciona, pois crescemos com aquilo. Sabemos que dará certo e queremos mostrar para o mundo, dentro do método científico, que funciona”, esclarece a professora Tereza. .
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 18.07.2017
BELÉM – PARÁ

As professoras doutoras Tereza Cristina e Kátia Kietzer orientam a aluna Jamylle Campos (foto) na pesquisa que investiga os efeitos anti-inflamatórios da andiroba associada ao ultrassom no tratamento de lesões em ratos. “Investigar um tratamento tradicional não parte de uma desconfiança de sua eficácia e sim da certeza de que aquilo funciona, pois crescemos com aquilo. Sabemos que dará certo e queremos mostrar para o mundo, dentro do método científico, que funciona”, esclarece a professora Tereza. .
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 18.07.2017
BELÉM – PARÁ

As professoras doutoras Tereza Cristina e Kátia Kietzer orientam a aluna Jamylle Campos (foto) na pesquisa que investiga os efeitos anti-inflamatórios da andiroba associada ao ultrassom no tratamento de lesões em ratos. “Investigar um tratamento tradicional não parte de uma desconfiança de sua eficácia e sim da certeza de que aquilo funciona, pois crescemos com aquilo. Sabemos que dará certo e queremos mostrar para o mundo, dentro do método científico, que funciona”, esclarece a professora Tereza. .
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 18.07.2017
BELÉM – PARÁ

O Pariri, também conhecido em outras partes da Amazônia como Crajirú, é o objeto da pesquisa dos alunos João Paulo Menezes (foto) e Raphaely Progênio. Orientados pelos professores Rodrigo Santiago e George Dias, eles investigam o alto poder de cicatrização da planta em lesões de pele em ratos. “Sempre tive uma forte ligação com a área da Saúde Pública e as plantas são um remédio acessível para a população. Vejo que a abertura para tratamentos alternativos é cada vez maior e o respeito também é crescente. As pesquisas podem amparar políticas públicas futuras que incluam estes tratamentos no Sistema Único de Saúde (SUS)”, espera João Paulo.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 31.07.2017
BELÉM – PARÁ

O Pariri (foto), também conhecido em outras partes da Amazônia como Crajirú, é o objeto da pesquisa dos alunos João Paulo Menezes e Raphaely Progênio. Orientados pelos professores Rodrigo Santiago e George Dias, eles investigam o alto poder de cicatrização da planta em lesões de pele em ratos. “Sempre tive uma forte ligação com a área da Saúde Pública e as plantas são um remédio acessível para a população. Vejo que a abertura para tratamentos alternativos é cada vez maior e o respeito também é crescente. As pesquisas podem amparar políticas públicas futuras que incluam estes tratamentos no Sistema Único de Saúde (SUS)”, espera João Paulo.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 31.07.2017
BELÉM – PARÁ

O Pariri (foto), também conhecido em outras partes da Amazônia como Crajirú, é o objeto da pesquisa dos alunos João Paulo Menezes e Raphaely Progênio. Orientados pelos professores Rodrigo Santiago e George Dias, eles investigam o alto poder de cicatrização da planta em lesões de pele em ratos. “Sempre tive uma forte ligação com a área da Saúde Pública e as plantas são um remédio acessível para a população. Vejo que a abertura para tratamentos alternativos é cada vez maior e o respeito também é crescente. As pesquisas podem amparar políticas públicas futuras que incluam estes tratamentos no Sistema Único de Saúde (SUS)”, espera João Paulo.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 31.07.2017
BELÉM – PARÁ

O Pariri (foto), também conhecido em outras partes da Amazônia como Crajirú, é o objeto da pesquisa dos alunos João Paulo Menezes e Raphaely Progênio. Orientados pelos professores Rodrigo Santiago e George Dias, eles investigam o alto poder de cicatrização da planta em lesões de pele em ratos. “Sempre tive uma forte ligação com a área da Saúde Pública e as plantas são um remédio acessível para a população. Vejo que a abertura para tratamentos alternativos é cada vez maior e o respeito também é crescente. As pesquisas podem amparar políticas públicas futuras que incluam estes tratamentos no Sistema Único de Saúde (SUS)”, espera João Paulo.
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 31.07.2017
BELÉM – PARÁ

Pesquisdores do Laboratório de Morfofisiologia da Uepa, campus CCBS.
Na foto, o pesquisador Aderson Bentes de Lima.
FOTO: NAILANA THIELY

Buscando trazer ao debate o cuidado de resguardar o imenso patrimônio material e biológico presentes nas diversas comunidades do Brasil, a academia tenta popularizar hoje o conceito de Bioculturalidade. “Há uma tendência global de retorno ao natural. A Etnobiologia e todas as etnociências já demonstram isso. Tentamos agora repensar nossas relações com as comunidades tradicionais”, apresenta a curadora do Herbário Marlene Freitas da Silva, da Universidade do Estado do Pará (Uepa), professora doutora Flávia Lucas (foto).
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 18.07.2017
BELÉM – PARÁ

Buscando trazer ao debate o cuidado de resguardar o imenso patrimônio material e biológico presentes nas diversas comunidades do Brasil, a academia tenta popularizar hoje o conceito de Bioculturalidade. “Há uma tendência global de retorno ao natural. A Etnobiologia e todas as etnociências já demonstram isso. Tentamos agora repensar nossas relações com as comunidades tradicionais”, apresenta a curadora do Herbário Marlene Freitas da Silva, da Universidade do Estado do Pará (Uepa), professora doutora Flávia Lucas. Na foto, o Herbário Marlene Freitas da Silva, da Universidade do Estado do Pará (Uepa).
FOTO: NAILANA THIELY / ASCOM UEPA
DATA: 18.07.2017
BELÉM – PARÁ

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