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Legado dos padres jesuítas movimenta o turismo religioso no Pará

Outra missão jesuíta aportou no nordeste do Pará pelas águas de um dos rios mais ricos em história do Estado, o Caeté, que banha a cidade de Bragança(foto). Com pequena profundidade, por sua extensão de cerca de 60 km, navegam pequenas embarcações.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
BRAGANÇA – PARÁ

Outra missão jesuíta aportou no nordeste do Pará pelas águas de um dos rios mais ricos em história do Estado, o Caeté, que banha a cidade de Bragança (foto). Com pequena profundidade, por sua extensão de cerca de 60 km, navegam pequenas embarcações.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
BRAGANÇA – PARÁ

Outra missão jesuíta aportou no nordeste do Pará pelas águas de um dos rios mais ricos em história do Estado, o Caeté, que banha a cidade de Bragança. Com pequena profundidade, por sua extensão de cerca de 60 km, navegam pequenas embarcações.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
BRAGANÇA – PARÁ

Outra missão jesuíta aportou no nordeste do Pará pelas águas de um dos rios mais ricos em história do Estado, o Caeté, que banha a cidade de Bragança (foto). Com pequena profundidade, por sua extensão de cerca de 60 km, navegam pequenas embarcações.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
BRAGANÇA – PARÁ

Outra missão jesuíta aportou no nordeste do Pará pelas águas de um dos rios mais ricos em história do Estado, o Caeté, que banha a cidade de Bragança (foto). Com pequena profundidade, por sua extensão de cerca de 60 km, navegam pequenas embarcações.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
BRAGANÇA – PARÁ

Maria de Nazaré Bandeira, de 75 anos (foto), foi uma das primeiras moradoras da praia e chegou à localidade na década de 1980, quando Ajuruteua era apenas uma pequena vila de pescadores.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
BRAGANÇA – PARÁ

Outra missão jesuíta aportou no nordeste do Pará pelas águas de um dos rios mais ricos em história do Estado, o Caeté, que banha a cidade de Bragança. Com pequena profundidade, por sua extensão de cerca de 60 km, navegam pequenas embarcações. A herança mais importante da presença dos padres jesuítas na região do Caeté é a Igreja de São Benedito (foto), um dos pontos mais visitados da cidade
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
BRAGANÇA – PARÁ

Outra missão jesuíta aportou no nordeste do Pará pelas águas de um dos rios mais ricos em história do Estado, o Caeté, que banha a cidade de Bragança. Com pequena profundidade, por sua extensão de cerca de 60 km, navegam pequenas embarcações. A herança mais importante da presença dos padres jesuítas na região do Caeté é a Igreja de São Benedito (foto), um dos pontos mais visitados da cidade
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
BRAGANÇA – PARÁ

Outra missão jesuíta aportou no nordeste do Pará pelas águas de um dos rios mais ricos em história do Estado, o Caeté, que banha a cidade de Bragança. Com pequena profundidade, por sua extensão de cerca de 60 km, navegam pequenas embarcações. A herança mais importante da presença dos padres jesuítas na região do Caeté é a Igreja de São Benedito (foto), um dos pontos mais visitados da cidade
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
BRAGANÇA – PARÁ

Outra missão jesuíta aportou no nordeste do Pará pelas águas de um dos rios mais ricos em história do Estado, o Caeté, que banha a cidade de Bragança. Com pequena profundidade, por sua extensão de cerca de 60 km, navegam pequenas embarcações. Na foto, imagem de São Benedito.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
BRAGANÇA – PARÁ

Uma das mais belas praias do litoral paraense está localizada a 36 km da sede da cidade, tendo como acesso estrada asfaltada, e que recebe a cada ano, nas férias de julho e outras datas, um considerável número de turistas e visitantes que procuram pelas belezas naturais da região para aproveitar o período do veraneio. Na foto, praia de Ajuruteua.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
BRAGANÇA – PARÁ

Uma das mais belas praias do litoral paraense está localizada a 36 km da sede da cidade, tendo como acesso estrada asfaltada, e que recebe a cada ano, nas férias de julho e outras datas, um considerável número de turistas e visitantes que procuram pelas belezas naturais da região para aproveitar o período do veraneio. Na foto, praia de Ajuruteua.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
BRAGANÇA – PARÁ

Uma das mais belas praias do litoral paraense está localizada a 36 km da sede da cidade, tendo como acesso estrada asfaltada, e que recebe a cada ano, nas férias de julho e outras datas, um considerável número de turistas e visitantes que procuram pelas belezas naturais da região para aproveitar o período do veraneio. Na foto, praia de Ajuruteua.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
BRAGANÇA – PARÁ

Uma das mais belas praias do litoral paraense está localizada a 36 km da sede da cidade, tendo como acesso estrada asfaltada, e que recebe a cada ano, nas férias de julho e outras datas, um considerável número de turistas e visitantes que procuram pelas belezas naturais da região para aproveitar o período do veraneio. Na foto, praia de Ajuruteua.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
BRAGANÇA – PARÁ

Uma das mais belas praias do litoral paraense está localizada a 36 km da sede da cidade, tendo como acesso estrada asfaltada, e que recebe a cada ano, nas férias de julho e outras datas, um considerável número de turistas e visitantes que procuram pelas belezas naturais da região para aproveitar o período do veraneio. Na foto, praia de Ajuruteua.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
BRAGANÇA – PARÁ

Uma das mais belas praias do litoral paraense está localizada a 36 km da sede da cidade, tendo como acesso estrada asfaltada, e que recebe a cada ano, nas férias de julho e outras datas, um considerável número de turistas e visitantes que procuram pelas belezas naturais da região para aproveitar o período do veraneio. Na foto, praia de Ajuruteua.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
BRAGANÇA – PARÁ

Outra missão jesuíta aportou no nordeste do Pará pelas águas de um dos rios mais ricos em história do Estado, o Caeté, que banha a cidade de Bragança (foto). Com pequena profundidade, por sua extensão de cerca de 60 km, navegam pequenas embarcações.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
BRAGANÇA – PARÁ

Outra missão jesuíta aportou no nordeste do Pará pelas águas de um dos rios mais ricos em história do Estado, o Caeté, que banha a cidade de Bragança (foto). Com pequena profundidade, por sua extensão de cerca de 60 km, navegam pequenas embarcações.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
BRAGANÇA – PARÁ

As missões eram construídas ao redor de uma capela, onde também ficavam as moradias dos padres e dos colonos. Os traços deste processo resistem ao tempo e podem ser conhecidos tanto na capela de São Francisco de Assis (foto), em Monsarás, construída há cerca de 300 anos.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

A Companhia de Jesus foi a ordem religiosa de maior importância na ação missionária inserida no processo de ocupação e de colonização lusitana. A região hoje ocupada pelo município de Salvaterra, a quase quatro horas de distância da capital, Belém, em razão de sua localização privilegiada na entrada do delta do rio Amazonas, teve um papel fundamental no processo de conquista da região Norte do Brasil. Na foto, Joanes.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

A Companhia de Jesus foi a ordem religiosa de maior importância na ação missionária inserida no processo de ocupação e de colonização lusitana. A região hoje ocupada pelo município de Salvaterra, a quase quatro horas de distância da capital, Belém, em razão de sua localização privilegiada na entrada do delta do rio Amazonas, teve um papel fundamental no processo de conquista da região Norte do Brasil. Na vila de Monsarás também é possível conhecer os poços (foto) que eram construídos para fornecer água potável aos moradores das missões jesuíticas.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

A Companhia de Jesus foi a ordem religiosa de maior importância na ação missionária inserida no processo de ocupação e de colonização lusitana. A região hoje ocupada pelo município de Salvaterra, a quase quatro horas de distância da capital, Belém, em razão de sua localização privilegiada na entrada do delta do rio Amazonas, teve um papel fundamental no processo de conquista da região Norte do Brasil. Na foto, praia de Joanes.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

A Companhia de Jesus foi a ordem religiosa de maior importância na ação missionária inserida no processo de ocupação e de colonização lusitana. A região hoje ocupada pelo município de Salvaterra, a quase quatro horas de distância da capital, Belém, em razão de sua localização privilegiada na entrada do delta do rio Amazonas, teve um papel fundamental no processo de conquista da região Norte do Brasil. Na foto, praia de Joanes.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

A Companhia de Jesus foi a ordem religiosa de maior importância na ação missionária inserida no processo de ocupação e de colonização lusitana. A região hoje ocupada pelo município de Salvaterra, a quase quatro horas de distância da capital, Belém, em razão de sua localização privilegiada na entrada do delta do rio Amazonas, teve um papel fundamental no processo de conquista da região Norte do Brasil. Na foto, praia de Joanes.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

A Companhia de Jesus foi a ordem religiosa de maior importância na ação missionária inserida no processo de ocupação e de colonização lusitana. A região hoje ocupada pelo município de Salvaterra, a quase quatro horas de distância da capital, Belém, em razão de sua localização privilegiada na entrada do delta do rio Amazonas, teve um papel fundamental no processo de conquista da região Norte do Brasil. Na foto, praia de Joanes.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

A Companhia de Jesus foi a ordem religiosa de maior importância na ação missionária inserida no processo de ocupação e de colonização lusitana. A região hoje ocupada pelo município de Salvaterra, a quase quatro horas de distância da capital, Belém, em razão de sua localização privilegiada na entrada do delta do rio Amazonas, teve um papel fundamental no processo de conquista da região Norte do Brasil. Na foto, praia de Joanes.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

A Companhia de Jesus foi a ordem religiosa de maior importância na ação missionária inserida no processo de ocupação e de colonização lusitana. A região hoje ocupada pelo município de Salvaterra, a quase quatro horas de distância da capital, Belém, em razão de sua localização privilegiada na entrada do delta do rio Amazonas, teve um papel fundamental no processo de conquista da região Norte do Brasil. Na foto, praia de Joanes.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

A Companhia de Jesus foi a ordem religiosa de maior importância na ação missionária inserida no processo de ocupação e de colonização lusitana. A região hoje ocupada pelo município de Salvaterra, a quase quatro horas de distância da capital, Belém, em razão de sua localização privilegiada na entrada do delta do rio Amazonas, teve um papel fundamental no processo de conquista da região Norte do Brasil. Na foto, praia de Monsarás.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

A Companhia de Jesus foi a ordem religiosa de maior importância na ação missionária inserida no processo de ocupação e de colonização lusitana. A região hoje ocupada pelo município de Salvaterra, a quase quatro horas de distância da capital, Belém, em razão de sua localização privilegiada na entrada do delta do rio Amazonas, teve um papel fundamental no processo de conquista da região Norte do Brasil. Na foto, praia de Monsarás.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

A Companhia de Jesus foi a ordem religiosa de maior importância na ação missionária inserida no processo de ocupação e de colonização lusitana. A região hoje ocupada pelo município de Salvaterra, a quase quatro horas de distância da capital, Belém, em razão de sua localização privilegiada na entrada do delta do rio Amazonas, teve um papel fundamental no processo de conquista da região Norte do Brasil. Na foto, praia de Salvaterra.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

A Companhia de Jesus foi a ordem religiosa de maior importância na ação missionária inserida no processo de ocupação e de colonização lusitana. A região hoje ocupada pelo município de Salvaterra, a quase quatro horas de distância da capital, Belém, em razão de sua localização privilegiada na entrada do delta do rio Amazonas, teve um papel fundamental no processo de conquista da região Norte do Brasil. Na foto, praia de Salvaterra.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

A Companhia de Jesus foi a ordem religiosa de maior importância na ação missionária inserida no processo de ocupação e de colonização lusitana. A região hoje ocupada pelo município de Salvaterra, a quase quatro horas de distância da capital, Belém, em razão de sua localização privilegiada na entrada do delta do rio Amazonas, teve um papel fundamental no processo de conquista da região Norte do Brasil. Na foto, praia de Salvaterra.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

A Companhia de Jesus foi a ordem religiosa de maior importância na ação missionária inserida no processo de ocupação e de colonização lusitana. A região hoje ocupada pelo município de Salvaterra, a quase quatro horas de distância da capital, Belém, em razão de sua localização privilegiada na entrada do delta do rio Amazonas, teve um papel fundamental no processo de conquista da região Norte do Brasil. Na foto, praia de Salvaterra.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

As missões eram construídas ao redor de uma capela, onde também ficavam as moradias dos padres e dos colonos. Os traços deste processo resistem ao tempo e podem ser conhecidos tanto na capela de São Francisco de Assis, em Monsarás, construída há cerca de 300 anos, quanto nas ruínas da igreja de Nossa Senhora do Rosário (foto), em Joanes, com construção datada do século XVIII.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

A Companhia de Jesus foi a ordem religiosa de maior importância na ação missionária inserida no processo de ocupação e de colonização lusitana. A região hoje ocupada pelo município de Salvaterra (foto), a quase quatro horas de distância da capital, Belém, em razão de sua localização privilegiada na entrada do delta do rio Amazonas, teve um papel fundamental no processo de conquista da região Norte do Brasil.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

A vila de Monsarás (foto), pertencente ao município de Salvaterra, foi o palco da chegada dos padres Jesuítas, que posteriormente construíram uma igreja na Vila de Joanes para a catequização dos indígenas. As ruínas da igreja na vila costumam ser ponto de parada dos turistas.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

A vila de Monsarás (foto), pertencente ao município de Salvaterra, foi o palco da chegada dos padres Jesuítas, que posteriormente construíram uma igreja na Vila de Joanes para a catequização dos indígenas. As ruínas da igreja na vila costumam ser ponto de parada dos turistas.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

A vila de Monsarás (foto), pertencente ao município de Salvaterra, foi o palco da chegada dos padres Jesuítas, que posteriormente construíram uma igreja na Vila de Joanes para a catequização dos indígenas. As ruínas da igreja na vila costumam ser ponto de parada dos turistas.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

A vila de Monsarás (foto), pertencente ao município de Salvaterra, foi o palco da chegada dos padres Jesuítas, que posteriormente construíram uma igreja na Vila de Joanes para a catequização dos indígenas. As ruínas da igreja na vila costumam ser ponto de parada dos turistas.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

As missões eram construídas ao redor de uma capela, onde também ficavam as moradias dos padres e dos colonos. Os traços deste processo resistem ao tempo e podem ser conhecidos tanto na capela de São Francisco de Assis (foto), em Monsarás, construída há cerca de 300 anos.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

As missões eram construídas ao redor de uma capela, onde também ficavam as moradias dos padres e dos colonos. Os traços deste processo resistem ao tempo e podem ser conhecidos tanto na capela de São Francisco de Assis (foto), em Monsarás, construída há cerca de 300 anos.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

As missões eram construídas ao redor de uma capela, onde também ficavam as moradias dos padres e dos colonos. Os traços deste processo resistem ao tempo e podem ser conhecidos tanto na capela de São Francisco de Assis (foto), em Monsarás, construída há cerca de 300 anos.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

A Companhia de Jesus foi a ordem religiosa de maior importância na ação missionária inserida no processo de ocupação e de colonização lusitana. A região hoje ocupada pelo município de Salvaterra, a quase quatro horas de distância da capital, Belém, em razão de sua localização privilegiada na entrada do delta do rio Amazonas, teve um papel fundamental no processo de conquista da região Norte do Brasil. O diretor da festividade do Círio da vila de Monsarás, Raimundo Martins, de 57 anos (foto), é o guardião das chaves da capela de Monsarás.
FOTO: THIAGO GOMES / AG. PARÁ
DATA: 15.07.2017
SALVATERRA – PARÁ

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