15 anos da morte de Dorothy Stang

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Anapu (PA) – Palavras como generosidade, renúncia, doação, dignidade, solidariedade, sacrifício, coragem, justiça e amor foram as mais proferidas durante as celebrações que marcaram os 15 anos da morte da missionária Dorothy Stang, aos 73 anos, no município de Anapu, no Pará. Irmã Doti, como era conhecida, foi assassinada por dois pistoleiros e seu corpo atravessado por seis tiros enquanto caminhava por uma estrada de terra do PDS Esperança, Projeto de Desenvolvimento Sustentável que ela criou para assentar famílias pobres da Transamazônica. Era uma manhã de 12 de fevereiro de 2005.

Os convidados, mulheres e homens do campo em sua maioria, chegaram cedo para acompanhar a missa daquela que defendia a causa do trabalhador e pagou com a vida seu amor pela floresta. Mas, o clima não era de tristeza, e sim de luta e resistência de quem colheu a semente que Dorothy não apenas plantou, como se tornou.

(Foto: Cícero Pedrosa Neto/Amazônia Real)

(Foto: Cícero Pedrosa Neto/Amazônia Real)

(Foto: Cícero Pedrosa Neto/Amazônia Real)

(Foto: Cícero Pedrosa Neto/Amazônia Real)

(Foto: Cícero Pedrosa Neto/Amazônia Real)