Agricultura familiar sustenta a produção de mandioca e a mesa do paraense

-Em março, enquanto especialistas e chefes de Estado estarão debatendo a gestão sustentável dos recursos hídricos no planeta, no 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília, a capital paulista completa exatos dois anos do anúncio do fim da crise hídrica no estado
26 de fevereiro de 2018
Uma equipe de fiscalização da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) está no município para fazer o monitoramento dos níveis das bacias do sistema de tratamento dos rejeitos da Bauxita
26 de fevereiro de 2018
958
Compartilhe

SANTA IZABEL DO PARÁ 26 02 2018 O dia começa cedo para a família do agricultor Adilson dos Santos, 33 anos. Produtores de mandioca da comunidade quilombola Boa Vista do Itá, de Santa Izabel do Pará, região metropolitana de Belém, eles são o retrato de uma tradição que vem se perpetuando por gerações e garantindo na mesa dos paraenses o produto que é a base alimentar do Estado. Do plantio ao beneficiamento, o lavrador herdou do pai a cultura que hoje é a principal fonte de renda da vila, onde vivem cerca de 50 famílias. No Pará, 96% da mandioca produzida vem da agricultura familiar. “Mandioca é pop, mandioca é tudo”, brinca Adilson. Ele está certo. Os produtos derivados da planta são diversos e ajudam a compor alguns dos pratos típicos mais conhecidos da região. Quase onipresente na mesa do paraense, a farinha é, muitas vezes, o alimento principal, nos sete dias da semana. Mas para chegar até as nossas casas, é preciso muito esforço e dedicação, aliado ao emprego de pesquisa e investimentos cada vez maiores do poder público. O conhecimento empírico do homem do campo hoje recebe o apoio de novas tecnologias e técnicas de plantio, que resultam em mais qualidade e produtividade.FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG PARÁ

: MÁCIO FERREIRA / AG PARÁ

: MÁCIO FERREIRA / AG PARÁ

: MÁCIO FERREIRA / AG PARÁ

: MÁCIO FERREIRA / AG PARÁ

: MÁCIO FERREIRA / AG PARÁ

: MÁCIO FERREIRA / AG PARÁ