Alunos de educação especial de Curitiba terão horta como atividade terapêutica e pedagógica

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Foto: Everson Bressan/ SMCS

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14/10/2015- Curitiba- PR, Brasil- Três escolas de educação especial da Prefeitura de Curitiba vão implantar o trabalho de hortas como atividade terapêutica e pedagógica. O projeto envolverá 750 alunos, de 6 a 25 anos. Para esta novidade, as professoras das escolas envolvidas estão passando por uma capacitação com um dos engenheiros agrônomos responsáveis pelo projeto de hortas da Unidade de Agricultura Urbana da Secretaria Municipal do Abastecimento, Mário Kunio Takashina.

Foto: Everson Bressan/ SMCS

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14/10/2015- Curitiba- PR, Brasil- No início do mês, o treinamento foi realizado na Escola Municipal Ali Bark e contou com participação de docentes das escolas Helena Antipoff e Tomaz Edison. “O projeto vai servir de ferramenta pedagógica e, futuramente, nas oficinas de aprendizagem para a vida prática”, explica Márcia Walter, da Coordenadoria de Atendimento às Necessidades Especiais (CANE), responsável pelas três escolas. “As hortas vão proporcionar aos alunos a oportunidade de plantar, acompanhar o ciclo de crescimento das plantas e de cuidar do meio ambiente. ”

Foto: Everson Bressan/ SMCS

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14/10/2015- Curitiba- PR, Brasil- A diretora da escola Ali Bark, Giovana Muller, disse que alguns professores demonstraram interesse em desenvolver a atividade dentro de suas cargas horárias. “Acho importante o contato dos alunos com a terra e acredito que vai motivá-los”. Durante a capacitação, os professores receberam noções básicas sobre solos, pragas, regas, compostagem (uso de lixo orgânico para a produção de adubo) e plantio. Além da parte teórica, elas também participaram de uma oficina prática e receberam insumos, como calcário, e mudas.

Foto: Everson Bressan/ SMCS

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14/10/2015- Curitiba- PR, Brasil- Parte do programa Lavoura, o projeto Nosso Quintal estimula e orienta como utilizar pequenos espaços para a instalação de hortas. O engenheiro agrônomo Mário Takashina explica que a terra está boa para plantio quando ela se desfaz nas mãos, sem formar bolo, pois isto indica que está muito úmida. Ele também alerta que mexer na terra sem luvas é arriscado quando há animais que circulam pelo local. “Mexer na terra sem luvas há problema se há gato, cachorro, no local. Os animais possuem doenças que são nocivas ao homem”, destaca.

Foto: Everson Bressan/ SMCS

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14/10/2015- Curitiba- PR, Brasil- Outro ponto importante a ser observado é o correto espaçamento a ser dado entre as mudas, em torno de 25 centímetros entre elas. “Na hora de plantar, não se dá o espaçamento adequado porque não se imagina como essas mudas vão ficar depois de crescidas. Podemos trazer uma verdura ou legume, como um repolho, já grande para mostrar como deverão ficar”, sugere a professora Adriana Paula Muniz Zeni.

Foto: Everson Bressan/ SMCS

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14/10/2015- Curitiba- PR, Brasil- Na parte prática, as professoras conheceram o conjunto básico de ferramentas que serão necessárias para o cultivo das hortaliças –pá cortadeira, sacho, marcador e rastelo. A seguir aprenderam na prática como preparar o solo com o calcário e como utilizar os equipamentos. Uma das orientações é que os cabos das ferramentas sejam adaptados, reduzidas, para a altura das crianças. “A altura correta é aquela em que o cabo permite que a pessoa que utiliza possa apoiar os braços sobre ele”, ensina o engenheiro.

Foto: Everson Bressan/ SMCS

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14/10/2015- Curitiba- PR, Brasil- “A horta poderá ser um elo na escola para unir alunos, professores e funcionários em um objetivo comum, o meio ambiente”, conclui Márcia, da coordenadoria de escolas especiais.

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