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Para muitos o Natal representa reunião em família, encontros e também tempo de perdão. Mas, para pessoas que estão privadas de liberdade, a data tem um significado particular: de reflexão e saudade. Joana Darck Farias (foto) está há três anos custodiada pela Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) no Centro de Recuperação Feminino (CRF) de Ananindeua, e desde que entrou não recebe a visita de nenhum dos familiares que residem no Estado de Tocantins. FOTO: AKIRA ONUMA / ASCOM SUSIPE DATA: 19.12.2017 BELÉM – PARÁ

Para muitos o Natal representa reunião em família, encontros e também tempo de perdão. Mas, para pessoas que estão privadas de liberdade, a data tem um significado particular: de reflexão e saudade. Joana Darck Farias está há três anos custodiada pela Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) no Centro de Recuperação Feminino (CRF) de Ananindeua, e desde que entrou não recebe a visita de nenhum dos familiares que residem no Estado de Tocantins. FOTO: AKIRA ONUMA / ASCOM SUSIPE DATA: 19.12.2017 BELÉM – PARÁ

Para muitos o Natal representa reunião em família, encontros e também tempo de perdão. Mas, para pessoas que estão privadas de liberdade, a data tem um significado particular: de reflexão e saudade. Joana Darck Farias (foto) está há três anos custodiada pela Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) no Centro de Recuperação Feminino (CRF) de Ananindeua, e desde que entrou não recebe a visita de nenhum dos familiares que residem no Estado de Tocantins. FOTO: AKIRA ONUMA / ASCOM SUSIPE DATA: 19.12.2017 BELÉM – PARÁ

Para muitos o Natal representa reunião em família, encontros e também tempo de perdão. Mas, para pessoas que estão privadas de liberdade, a data tem um significado particular: de reflexão e saudade. Joana Darck Farias está há três anos custodiada pela Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) no Centro de Recuperação Feminino (CRF) de Ananindeua, e desde que entrou não recebe a visita de nenhum dos familiares que residem no Estado de Tocantins. FOTO: AKIRA ONUMA / ASCOM SUSIPE DATA: 19.12.2017 BELÉM – PARÁ

Para muitos o Natal representa reunião em família, encontros e também tempo de perdão. Mas, para pessoas que estão privadas de liberdade, a data tem um significado particular: de reflexão e saudade. Joana Darck Farias está há três anos custodiada pela Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) no Centro de Recuperação Feminino (CRF) de Ananindeua, e desde que entrou não recebe a visita de nenhum dos familiares que residem no Estado de Tocantins. FOTO: AKIRA ONUMA / ASCOM SUSIPE DATA: 19.12.2017 BELÉM – PARÁ

Para muitos o Natal representa reunião em família, encontros e também tempo de perdão. Mas, para pessoas que estão privadas de liberdade, a data tem um significado particular: de reflexão e saudade. Joana Darck Farias está há três anos custodiada pela Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) no Centro de Recuperação Feminino (CRF) de Ananindeua, e desde que entrou não recebe a visita de nenhum dos familiares que residem no Estado de Tocantins. FOTO: AKIRA ONUMA / ASCOM SUSIPE DATA: 19.12.2017 BELÉM – PARÁ

Para muitos o Natal representa reunião em família, encontros e também tempo de perdão. Mas, para pessoas que estão privadas de liberdade, a data tem um significado particular: de reflexão e saudade. Joana Darck Farias está há três anos custodiada pela Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) no Centro de Recuperação Feminino (CRF) de Ananindeua, e desde que entrou não recebe a visita de nenhum dos familiares que residem no Estado de Tocantins. Na foto, a detenta Isabel Cristina Maciel. FOTO: AKIRA ONUMA / ASCOM SUSIPE DATA: 19.12.2017 BELÉM – PARÁ

Para muitos o Natal representa reunião em família, encontros e também tempo de perdão. Mas, para pessoas que estão privadas de liberdade, a data tem um significado particular: de reflexão e saudade. Joana Darck Farias está há três anos custodiada pela Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) no Centro de Recuperação Feminino (CRF) de Ananindeua, e desde que entrou não recebe a visita de nenhum dos familiares que residem no Estado de Tocantins. FOTO: AKIRA ONUMA / ASCOM SUSIPE DATA: 19.12.2017 BELÉM – PARÁ