Conheça o perfil dos novos participantes do reality show “Cozinha Sob Pressão” do SBT

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Chef Carlos Bertolazzi experimenta comida de Daniela Malavasi

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Participantes da segunda temporada do Cozinha Sob Pressão

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Participantes da segunda temporada do Cozinha Sob Pressão

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Nathalia Vergili,28 anos, (PRIMEIRA ELIMINADA DA EDIÇÃO), Chef e dona de uma empresa especializada em eventos, Nasceu e mora em São Paulo/SP

O gosto de Nathalia pelas panelas veio por acaso, depois que ela resolver abandonar a faculdade de moda. “Comecei a cozinhar em casa e precisava escolher uma nova profissão. Aí fui para a gastronomia, pois estava curtindo a área”, conta.

Trabalhou em restaurantes em São Paulo e em Londres, mas logo resolveu abrir a própria empresa.

No trabalho, Nathalia diz que segue uma linha moderninha, especializada em finger food com cara de comida feita em casa. Ela destaca entre suas especialidades um molho bolonhesa em que deixa a carne cozinhando durante horas. “Faço muito molho para massas”, completa.

Apesar de ter se especializado em culinária francesa, Nathalia conta que a avó é sua maior inspiração na hora de preparar receitas. “Com minha avó aprendi a ter calma e a entender que cada ingrediente tem seu tempo na hora de cozinhar.”

Segundo ela, seu estilo segue uma linha simples, rústica e trivial. O foco é uma qualidade, mas seu temperamento esquentado pode atrapalhá-la no “Cozinha Sob Pressão”.

Se levar o prêmio para casa, pretende investir em sua marca. Também sonha em abrir o próprio restaurante, mas acredita que ainda lhe falta maturidade para tanto.

Quando perguntada sobre o que espera do programa, Nathalia é rápida e categórica: “Diversão!”.

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Rafael Carvalho, 28 anos, Chef de restaurante, Nasceu em Ipatinga/MG, Mora em Belo Horizonte/MG

Rafael cresceu vendo a avó preparando quitutes e típicas comidas do interior. “Sempre gostei de vê-la cozinhando, e meu avô sempre me pedia para cozinhar também”, conta.

Por morar na zona rural, de início não se imaginava trabalhando profissionalmente com culinária e chegou a se formar em biomedicina.

A paixão pela cozinha, no entanto, acabou falando mais alto e Rafael se juntou a um amigo para abrir um pequeno negócio, vendendo pratos simples aos amigos de Ipatinga. Foi quando decidiu cursar gastronomia em Belo Horizonte, mesmo contra a vontade da mãe.

Ele conta que passou por vários cargos dentro da cozinha e obteve experiência em diversos restaurantes, não apenas em Belo Horizonte, como também no Rio de Janeiro, Belém (PA) e na Colômbia. “As coisas aconteceram muito rápido pra mim”, declara.

Rafael diz sempre buscar inspiração na culinária rural, utilizando-se de técnicas modernas para dar uma cara contemporânea aos pratos. Carne de porco e frango ao molho pardo (prato que aprendeu com a avó) são as receitas que mais gosta de preparar.

Caso leve os R$ 100 mil do “Cozinha Sob Pressão” para casa, ele quer abrir seu próprio restaurante, focado em culinária brasileira e campeira.

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Pedro Mirabile, 25 anos, Cozinheiro, dono de uma empresa especializada em catering e de uma linha de congelados, Nasceu e mora em São Paulo/SP

Pedro começou a cozinhar por influência da família. Descendente de italianos, conta que sua avó sempre trabalhou como cozinheira.
Ele já cozinhou em hotel e chegou a abrir o próprio restaurante, que fechou as portas recentemente. Hoje trabalha em sociedade com o pai.

É natural da capital paulista, mas morou durante cinco anos em São José do Rio Preto/SP, onde fez seu primeiro curso de gastronomia, com apenas 15 anos de idade. Lá, aprendeu a lidar com animais vivos e diz que o abate não seria um problema para ele na disputa.

Pedro conta sua especialidade é um prato com macarrão, almôndegas e molho de trufas. “Eu tento usar os componentes da culinária clássica com uma apresentação mais contemporânea”, diz.

Segundo o cozinheiro, ter calma é a chave para o sucesso no “Cozinha Sob Pressão”. “Mais do que qualquer outra coisa, o nervosismo pode atrapalhar até as pessoas mais competentes”, argumenta ele, que se considera um competidor metódico e acredita que a organização seja seu ponto forte.

Já fez pequenos cursos na Itália e, se ganhar os R$ 100 mil do programa, quer viajar para aprender mais sobre culinária internacional. Também gostaria de poder abrir seu próprio restaurante novamente.

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Paulo Sabino, 28 anos, Subchef em restaurante, Nasceu em Ferraz de Vasconcelos/SP, Mora em São José do Rio Preto/SP

Paulo começou a cozinhar com a mãe em casa, mas também cultivava o sonho de jogar bola profissionalmente. “Ficava essa dúvida: ou cozinha ou futebol”, lembra.

Tentou a carreira como jogador, mas abandonou os campos por causa de uma lesão. Aos 22 anos, foi contratado para trabalhar em um hotel, primeiro como stuart e mais tarde como cozinheiro. Depois disso, fez alguns cursos de aprimoramento e garante que hoje não escolheria outra profissão.

Segundo ele, sua principal influência vem da culinária espanhola. Sua especialidade é o suquet, um caldo de frutos do mar tradicional da Catalunha. Para o subchef, o que mais fascina são os produtos usados nas receitas daquele país.

“O que não pode faltar na minha cozinha é o pimentão de La Vera, que é uma páprica defumada”, exemplifica.

Paulo se considera um cara calmo, mas vê o “Cozinha Sob Pressão” como um grande desafio. “Como eu nunca vivi isso, acabo ficando muito ansioso. No teste [para entrar no programa], eu não conseguia nem cortar uma cebola, mas consegui me acalmar”, entrega.

“Minha família é o que mais me inspira”, revela. Com a mãe ele diz que aprendeu sobre cortes de carne e sobre a importância de ter foco e humildade no trabalho. “É preciso respeitar a todos. Isso eu preso muito.”

Se levar as barras de ouro para casa, diz que vai realizar o desejo de cursar uma faculdade e ajudar sua família. “Não posso deixar minhas origens para traz”, completa.

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Marja Akina, 28 anos, Chef de restaurante, Nasceu em Guarulhos/SP, Mora em São Paulo/SP

Marja se formou em design de produto, mas descobriu que não queria trabalhar com isso e passou a viajar o Brasil como vendedora. Nessas viagens, começou a cozinhar por hobby e resolveu cursar gastronomia, mas teve que trancar a faculdade para se dedicar à profissão de chef.

Dentre as experiências profissionais, ela destaca a oportunidade de ter trabalhado com o chef Arthur Sauer (vencedor da primeira temporada do “Cozinha Sob Pressão”). “Ele me ensinou muito e hoje em dia eu trabalho com cozinha francesa por causa dele”, revela.

Especializou-se em culinária francesa e japonesa, mas acredita que não existe um único prato que define a sua essência.

“Quando entrei nessa jornada louca de cozinha eu fiz questão de passar por todas as praças”, diz. Apesar disso, revela que não é boa na panificação. “Se você me der dez quilos de farinha eu te faço uma casa, pois sei fazer tijolo, mas não sei fazer pão”, brinca.

Marja conta que cozinha de tudo e tem interesse por ingredientes pouco apreciados, como moela e outras vísceras. “Eu não gosto muito de me focar na receita, prefiro dar foco ao ingrediente que é a estrela do prato. Se você trabalhar bem com o ingrediente, ele vai se transformar num prato estupendo”, argumenta.

Ela acredita que se destacará no jogo pela versatilidade e pela facilidade em lidar com situações de crise. “Se o problema é o seu problema, eu sou a solução”, filosofa.

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Marcos Nery, 27 anos, Cozinheiro, dono de uma padaria artesanal e de uma hamburgueria, Nasceu em Recife/PE, Mora em Natal/RN

Marcos estudava direito e entrou para a cozinha por acaso, durante uma viagem à Nova Zelândia. “Cheguei lá e não falava inglês, por isso fui trabalhar lavando pratos”, relata.

Vendo os cozinheiros do restaurante, começou a se encantar e foi chamado a cozinhar também . Quando voltou para o Brasil, ele largou a faculdade e foi estudar gastronomia.  “Hoje não sei o que seria de mim se eu não fosse cozinheiro.”

Entre os pratos que mais gosta de preparar, Marcos cita risoto, ceviche e hambúrgueres. Ele também conta que procura sempre utilizar ingredientes tipicamente nordestinos, além de realizar a fusão culinária entre litoral e sertão.

Para além da cozinha, revela que sua outra especialidade é a caça submarina. “A gente mergulha de apneia com arpão, para caçar lagosta e polvo”, explica.

Junto a isso, ele busca criar pratos inusitados como o hambúrguer de salmão e camarão com pão de alga e shoyo.

Além de frutos do mar, Marcos também é apaixonado por carne suína e conta que faz questão de trabalhar com animais inteiros. Diz presar por técnicas manuais e utensílios rústicos na cozinha. “Eu evito muito o maquinário, daqueles em basta apertar dois botõezinhos e tá pronto”, declara.

No “Cozinha Sob Pressão”, ele acredita que a união seja essencial e cita o orgulho como seu ponto fraco. Apesar da preferência pela culinária inventiva e contemporânea, diz que se garante no preparo de pratos clássicos.

Caso vença a competição, ele quer investir em seu negócio, mas também sonha em viajar para a Europa ou para o Japão, a fim de trabalhar em restaurantes renomados.

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Mário Amorim, 33 anos, Chef de restaurante, Nasceu em Batalha/AL, Mora em Guarujá/SP

Mário começou a cozinhar aos 13 anos, pois precisava alimentar a família quando a mãe ia trabalhar. “Éramos em oito irmãos, minha mãe ia para a roça e meu pai havia falecido. Por ser o mais novo, era eu que preparava a comida”, relembra.

Anos depois, em busca do sonho de ser cozinheiro, abandonou o sertão alagoano e foi para o litoral paulista.

Hoje, ele chefia uma rede de restaurantes especializados em culinária japonesa, mexicana e peruana. Sua especialidade é um prato que mescla as cozinhas japonesa e brasileira: atum selado, com creme de wasabi, caviar de tapioca e molho tarê de carambola.

Apesar de ousar na combinação de ingrediente, ele se define como um cozinheiro de essência clássica.

No “Cozinha Sob Pressão”, diz que seu diferencial será a experiência com a culinária japonesa e revela que a gastronomia mediterrânea não é seu forte.

Para ele, ganhar não é o principal. “Nasci num povoado de 250 habitantes, participar do programa já é a realização de um sonho. Vai dar uma visibilidade muito grande para a minha carreira. Vai mudar muita coisa”, prevê.

Mas se faturar o prêmio, Mario quer voltar para o sertão alagoano e montar um restaurante-escola, onde dará oportunidade a quem sonha em se aventurar na profissão.

“Quando eu mais precisava, ninguém me ensinou. Eu achava isso muito egoísta em relação à gastronomia”, relembra. “Existem diversos talentos espalhados pelo Nordeste. Há muitos futuros escondidos, que ainda não foram lapidados”, conclui.

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Luciana Gonzalez, 29 anos, Subchef em restaurante, Nasceu e mora em São Paulo/SP

Ainda criança, Luciana começou a se interessar pelas panelas por influência da família. “Meu pai é espanhol e nós temos essa cultura muito presente. Todo mundo lá em casa cozinha”, diz.

Aos 9 anos, começou a auxiliar a mãe no preparo do almoço e sua paixão foi crescendo desde então.

Mesmo assim, Luciana não via a gastronomia como profissão e resolveu estudar biologia na faculdade. Nesse meio tempo, por necessidade, foi trabalhar num restaurante e decidiu investir na nova carreira. Matriculou-se no curso de gastronomia e não parou mais. Hoje, garante que não se vê fazendo outra coisa.

Luciana afirma cozinhar o tempo inteiro e que sua maior alegria está no “ato de confortar as pessoas” por meio da comida. Ela adora preparar risotos, em especial o de polvo com agrião, e é fortemente influenciada pela gastronomia italiana e mediterrânea.

A subchef conta que também aprendeu muito na Espanha, em viagens que fez para visitar os avós.

Katia se considera ousada na cozinha e adora juntar ingredientes que, aparentemente, não combinam entre si. Antes de chegar ao “Cozinha Sob Pressão”, ela nunca havia se imaginado fazendo parte de um programa de TV, mas acredita que a atração vai lhe trazer aprendizado e que a visibilidade deve ajudá-la nos negócios.

Assumidamente com tendência a ser controladora, ela manda seu recado: “Vou cozinhar com o coração e focar em mim, sem me preocupar com comparações”.

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Katia Xavier, 26 anos, Chef de restaurante, Nasceu em Goiânia/GO, Mora em Belo Horizonte/MG

Cozinhar sempre foi algo natural na vida de Katia. “Desde pequena eu já fazia bolo para vender na escola”, relembra.

Mas, de início, ela não se via trabalhando na área e queria estudar nutrição. No vestibular, não passou para o curso desejado, mas conseguiu uma vaga na gastronomia. Foi aí que descobriu a paixão pelas panelas.

Trabalha na cozinha desde os 17 anos e hoje é chef num restaurante especializado em peixes e frutos do mar.

Apesar do contato diário com a alta gastronomia, Katia revela ser fã da comida simples e trivial: “Amo feijoada, uma pizza em São Paulo, pamonha em Goiânia. Em Belo Horizonte, eu adoro fígado com jiló. Para comer eu sou mais de raiz, adoro a culinária regional”.

Sem falsa modéstia, diz que se garante em qualquer desafio culinário e que sua especialidade é o camarão à provençal. “Fica divino. Quando faço esse prato, sei que vou agradar quem está comendo”, comenta.

Dentro do “Cozinha Sob Pressão”, sua maior pedra no sapato deve ser trabalhar com confeitaria.

Katia acredita que ser comunicativa vai ajudá-la na competição. “Trabalho bem em equipe e essa é a maior estratégia. Não tem como trabalhar em cozinha sem a outra pessoa do lado”, diz.

Como ponto fraco, ela cita a emotividade: “Sou chorona”.

Se faturar o prêmio do reality show, a chef pretende viajar e trabalhar em restaurantes fora do Brasil, a fim de adquirir mais conhecimento na profissão.

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Igor Martins, 26 anos, Cozinheiro em sua própria empresa, que realiza eventos, consultoria e treinamento de pessoal, Nasceu no Rio de Janeiro/RJ, Mora em São Paulo/SP

Igor diz ter começado a cozinhar aos 11 anos, com a mãe, que o incentivou na decisão de se tornar cozinheiro. “Ela não imaginava que eu fosse seguir a profissão, mas me apoiou, pois sabia que era disso que eu gostava”, conta.

Formou-se em gastronomia e foi à Itália para cursar pós-graduação. Lá trabalhou em renomados restaurantes e se apaixonou pela gastronomia do país. “Adoro cozinhar massa.”

A temporada italiana, no entanto, não limitou suas inspirações na gastronomia. “Trabalhei no Cirque du Soleil e lá a gente preparava pratos de diversas partes do mundo”, relembra.

Sobre seu estilo na cozinha, Igor define sua comida como “caseira e com muito sabor”. “Nem contemporânea demais nem clássica demais”, conta.

Ele diz que o espírito de liderança é um dos seus pontos fortes para a disputa pelos R$ 100 mil do “Cozinha Sob Pressão”. “Sou bom em delegar e executar tarefas, sem ser arrogante”, comenta. Também revela que não é muito chegado em confeitaria e que o tempo limitado pode ser um problema na disputa.

E o que pretende fazer se faturar o prêmio? “Pretendo não, eu vou ganhar”, dispara, cheio de si.

Igor revela que almeja montar uma cozinha profissional e pedir a namorada em casamento. Bem-humorado e convicto, ele deixa um recado aos colegas de jogo: “Não pisem no meu calo, que eu tendo a ser meio explosivo de vez em quando”.

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Hugo Grassi, 28 anos, Chef de cozinha com marca própria (personal chef, consultoria e confeitaria), Nasceu em Vitória/ES, Mora em São Paulo/SP

Hugo afirma que sonhava em estudar jornalismo, mas acabou matriculado no curso de gastronomia. “Sempre fui péssimo na escola e esse era o curso com menos concorrentes”, entrega.  A paixão pelas panelas aconteceu logo depois e hoje não se vê fazendo outra coisa.

Adepto da cozinha contemporânea, o chef diz gostar de englobar influências de diversas partes do mundo em seus pratos, mas tem um carinho especial pela culinária italiana. Também adora usar aqueles produtos que ficam esquecidos na prateleira.

Dentre os pratos que são sua marca registrada, ele cita o risoto de queijo tallegio, com ragu de vitela e chutney de maçã verde, além de doces como o panetone recheado com brigadeiro belga.

Em relação aos desafios do “Cozinha Sob Pressão”, revela que não gostaria de ter que matar um animal pra cozinhá-lo depois. “Acho que esse seria meu ponto fraco”, diz. Hugo já foi dono de restaurante e hoje comanda uma marca especializada em serviços de personal chef, consultoria gastronômica e doces finos.

Segundo ele, seu trabalho atende a clientes do Brasil inteiro. “A minha intenção [no programa] é firmar meu nome em rede nacional”, revela. Boa-praça, ele manda um recado para seus concorrentes do programa: “Abram o olho, que eu não vim aqui a passeio”.

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Gabriela Preisegalavicius, 30 anos, Demi-chef da cozinha fria em um resort, Nasceu em São Paulo/SP , Mora no Rio de Janeiro/RJ

Gabriela era gerente de banco, mas sonhava em fazer o renomado curso Cordon Bleu de gastronomia. “Saí de casa muito cedo e levei sete anos para realizar esse sonho”, diz. Há três anos, foi para a Austrália estudar na almejada faculdade. Voltou ao Brasil e foi para o Rio de Janeiro trabalhar em cozinha de hotel. Há pouco tempo recebeu uma proposta para trabalhar em Londres, mas optou por participar da segunda temporada do “Cozinha Sob Pressão”.

Descendente de italianos e lituanos, ela se diz apaixonada pela culinária italiana em especial. Adora preparar risotos, mas sua especialidade é o nhoque ao pesto que aprendeu com a avó materna. Afirma estar sempre em busca de novos sabores e que se interessa por gastronomia molecular.

Gabriela considera que seus pontos fortes sejam a determinação e a autenticidade. A impaciência, no entanto, pode atrapalhá-la na disputa.

Dentro do jogo, assim como na profissão, acredita que o bom trabalho em grupo seja a chave para o sucesso. “É só assim que a cozinha anda”, declara. Se faturar o prêmio, quer abrir seu próprio restaurante e conquistar a almejada estabilidade financeira. “Como saí de casa muito cedo, ‘pai-trocínio’ nunca existiu. Sempre tive que ir atrás do meu. Cheguei na Austrália sem nada e fui vender esfiha na praia”, conta.

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Filipe Santos, 35 anos, Chefe de cozinha da área VIP em um estádio de futebol , Nasceu e mora em Santo André/SP

Filipe se envolveu com a cozinha em 2008, quando trabalhava numa padaria. “Foi basicamente por necessidade”, conta.  Depois disso resolveu estudar gastronomia e não parou mais. Já trabalhou em bistrô, no famoso restaurante DOM, em São Paulo, e, durante a Copa do Mundo, em Manaus. Depois disso passou chefiar a cozinha do Allianz Parque, a arena multiuso do Palmeiras, onde serve o público dos camarotes.

Filipe diz que tem forte influência da culinária brasileira contemporânea e, caso vença o “Cozinha Sob Pressão”, sonha em abrir o próprio restaurante focado na área.

“Eu vou ganhar o programa”, avisa.  Dentre suas especialidades, estão os pratos arroz de garoupa, com escama de peixe frito, e rabada.

Segundo ele, sua inspiração para cozinhar vem da música e que adora ouvir jazz na cozinha. “Acho que Miles Davis tem tudo a ver”. Filipe se sente preparado para enfrentar os desafios do chef Carlos Bertolazzi, mas revela que não é muito familiarizado com o preparo de sobremesas.  Também afirma que a impaciência pode vir a atrapalhá-lo na disputa. “Saber administrar a tolerância é importante”, ressalta.

Ser honesto consigo mesmo é, de acordo com o chef, a chave para obter sucesso e vê no “Cozinha Sob Pressão” uma oportunidade de recomeço profissional. Aos outros competidores ele dá uma dica categórica: “Seja rápido”.

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Esther Magalhães, 29 anos, Cozinheira e dona de um café, Nasceu em Jundiaí/SP , Mora em Atibaia/SP

Esther começou a cozinhar com a avó e, quando criança, começou a se interessar por cozinha de restaurante. “Minha família sempre ia ao mesmo restaurante e eu vivia naquela cozinha”, relembra.

A paixão cresceu e, aos 16 anos, ela decidiu cursar gastronomia na faculdade. “Era bem desastrada naquela época. Minha faca voava, queimei um pano e ninguém queria fazer trabalho em grupo comigo. Tive que ter foco e me esforcei bastante para melhorar isso.”

Sua especialidade é o nhoque de batata doce ao pesto, receita que ela aprendeu com a avó.

Esther se diz apaixonada pela culinária caseira e gosta de aprender receitas conversando com pessoas mais velhas.  “Sigo uma linha simples e sempre prezo pelo sabor. Uso as técnicas da culinária clássica, especialmente da italiana”, acrescenta.

Se levar as barras de ouro do do “Cozinha Sob Pressão” para casa, ela pretende reformar seu café e guardar dinheiro para a faculdade do filho. Também sonha em poder abrir um pequeno bistrô, atendendo poucas pessoas por vez e preparando os pratos que realmente gosta.

Segundo Esther, seu grande desafio será ficar longe do filho, de quatro anos, durante a competição.

“Nunca passei nem uma noite longe dele”, comenta. Apesar da saudade, garante que poderá usar esse sentimento a seu favor. “Toda vez que o chef Carlos Bertolazzi gritar comigo eu vou me lembrar do meu filho, esse é meu foco.” Sobre seus concorrentes no programa, espera haver um clima de tensão: “Vai acabar saindo faísca”.

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Deborah Sisti, 56 anos, Professora de gastronomia, Nasceu e mora em São Paulo/SP

Deborah afirma ter se interessado pela cozinha por influência da família, de origem italiana e libanesa. Ela começou a cozinhar por hobby, enquanto trabalhava como executiva numa empresa de cartão de crédito.  Foi quando, sem grandes pretensões, matriculou-se num curso superior de gastronomia. “No segundo ano de faculdade, larguei tudo e comecei a cozinhar”, conta.

Em 2004, iniciou a carreira realizando pequenos eventos entre amigos. Logo depois de formada, foi chamada a dar aulas na faculdade. “Gostei e fui me especializando”, conta Deborah, que já trabalhou em cinco faculdades e hoje é professora em duas. Também já passou por restaurantes, mas hoje se dedica exclusivamente ao ensino.

Dentro da cozinha, sua paixão é a confeitaria. “Tiramissu é uma sobremesa que eu gosto muito”, entrega. Deborah também é especializada em bolos decorados, mas garante ter habilidade para cozinhar qualquer coisa.

Para ela, o segredo na cozinha é ser autoral na realização de pratos clássicos. “Meu ponto forte é não deixar a peteca cair. Na cozinha você precisa trabalhar em conjunto para que a coisa aconteça”, ressalta. Ela revela que é uma pessoa muito crítica, mas que também sabe aceitar críticas. “Já sou uma mulher de 56 anos. Dificilmente alguma coisa me abala”, completa.

Quanto às expectativas dentro do “Cozinha Sob Pressão”, diz acreditar que não basta cozinhar bem, também é preciso ter as emoções sob controle e esquecer do cansaço. Ela frisa também que não costuma ficar calada quando se depara com injustiça. “Tenho medo de falar algo num momento em que não devo falar”.

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Daniela Malavasi, 30 anos, Chef consultora, Nasceu em Araras/SP , Mora em São Paulo/SP      
A paixão de Daniela pela culinária veio após observar seu pai e sua mãe cozinhando durante sua infância. “Eu achava muito legal ver a reação das pessoas quando a comida chegava. Achava fantástico ver que um prato superbacana deixava as pessoas felizes”, diz a chef consultora.

Para se especializar, cursou gastronomia em Águas de São Pedro, interior de São Paulo, e viajou pelo Brasil, a fim de aprimorar seus conhecimentos. “O meu foco sempre foi cozinha brasileira e eu viajei bastante para conhecer a culinária típica de cada lugar”, conta.

Trabalhou no México, onde chefiou restaurantes. Quando sua primeira filha nasceu, tornou-se consultora. Daniela afirma que sente muita falta de trabalhar na cozinha e tem vontade de abrir o próprio restaurante algum dia. Acha fascinante a química envolvida na cozinha, adora combinar ingredientes inusitados e abusa da criatividade nos pratos. “Tenho uma facilidade muito grande para olhar meia dúzia de ingredientes e transformar isso numa receita.”

As duas especialidades da chef são: barriga de porco, com purê de feijão branco e redução de jabuticaba, e bacalhau em crosta de castanha de caju, com purê de batata roxa e queijo coalho.

Segundo ela, seus pontos fracos são a impulsividade e a dificuldade na execução de pratos delicados.

“Prefiro cozinhar de maneira autoral, ao invés de seguir técnicas pré-estabelecidas. Prefiro deixar a química acontecer. Essa coisa de seguir receita de bolo eu não consigo”, declara. Para ela, o ponto alto do “Cozinha Sob Pressão” é a troca de conhecimento entre os participantes. “Se eu não ganhar, não vou sair perdendo”, conclui.

Foto: FremantleMedia/SBT

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A segunda temporada do reality showCozinha Sob Pressão” – versão brasileira do sucesso internacional “Hell’s Kitchen” – estreou no SBT no último sábado, dia 25 de abril, em novo horário, a partir das 21h30. Sob o comando do respeitado Chef Carlos Bertolazzi, a atração chegou com novidades para os 16 participantes e para os telespectadores.

Foto: FremantleMedia/SBT

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A segunda temporada do reality showCozinha Sob Pressão” – versão brasileira do sucesso internacional “Hell’s Kitchen” – estreou no SBT no último sábado, dia 25 de abril, em novo horário, a partir das 21h30. Sob o comando do respeitado Chef Carlos Bertolazzi, a atração chegou com novidades para os 16 participantes e para os telespectadores.