Detentos trabalham no plantio e cultivo de laranjas em fazenda

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CAPITÃO POÇO - PARÁ- José Maria da Silva, 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes. Foto: Thiago Gomes / AG. Pará

CAPITÃO POÇO – PARÁ- José Maria da Silva, 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes.
Foto: Thiago Gomes / AG. Pará

CAPITÃO POÇO – PARÁ- José Maria da Silva, 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes.
Foto: Thiago Gomes / AG. Pará

CAPITÃO POÇO – PARÁ- José Maria da Silva, 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes.
Foto: Thiago Gomes / AG. Pará

CAPITÃO POÇO – PARÁ- José Maria da Silva, 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes.
Foto: Thiago Gomes / AG. Pará

CAPITÃO POÇO – PARÁ- José Maria da Silva, 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes.
Foto: Thiago Gomes / AG. Pará

CAPITÃO POÇO – PARÁ- José Maria da Silva, 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes.
Foto: Thiago Gomes / AG. Pará

CAPITÃO POÇO – PARÁ- José Maria da Silva, 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes.
Foto: Thiago Gomes / AG. Pará

CAPITÃO POÇO – PARÁ- José Maria da Silva, 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes.
Foto: Thiago Gomes / AG. Pará

CAPITÃO POÇO – PARÁ- José Maria da Silva, 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes.
Foto: Thiago Gomes / AG. Pará

CAPITÃO POÇO – PARÁ- José Maria da Silva, 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes.
Foto: Thiago Gomes / AG. Pará

CAPITÃO POÇO – PARÁ- José Maria da Silva, 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes.
Foto: Thiago Gomes / AG. Pará

CAPITÃO POÇO – PARÁ- José Maria da Silva, 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes.
Foto: Thiago Gomes / AG. Pará

CAPITÃO POÇO – PARÁ- José Maria da Silva, 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes.
Foto: Thiago Gomes / AG. Pará

CAPITÃO POÇO – PARÁ- José Maria da Silva, 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes.
Foto: Thiago Gomes / AG. Pará

CAPITÃO POÇO – PARÁ- José Maria da Silva, 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes.
Foto: Thiago Gomes / AG. Pará

CAPITÃO POÇO – PARÁ- José Maria da Silva, 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes.
Foto: Thiago Gomes / AG. Pará

CAPITÃO POÇO – PARÁ- José Maria da Silva, 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes.
Foto: Thiago Gomes / AG. Pará

CAPITÃO POÇO – PARÁ- José Maria da Silva, 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes. Na foto, o detento Antônio Wilson Trindade.
Foto: Thiago Gomes / AG. Pará

CAPITÃO POÇO – PARÁ- José Maria da Silva, 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes. Na foto, o detento Edson Nascimento.
Foto: Thiago Gomes / AG. Pará

CAPITÃO POÇO – PARÁ- José Maria da Silva, 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes. Na foto, o detento Paulo Ronaldo da Silva, 46 anos.
Foto: Thiago Gomes / AG. Pará

CAPITÃO POÇO – PARÁ- José Maria da Silva, 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes. Na foto, o superintendente do Sistema Penal do Pará, André Cunha.
Foto: Thiago Gomes / AG. Pará

CAPITÃO POÇO – PARÁ- José Maria da Silva (foto), 43 anos, se recorda da habilidade que tinha o cultivo da maniva, raiz com que se produz a farinha, item sempre presente na mesa das famílias paraenses. Com pouca escolaridade, seguia a uma vida tranquila no pequeno município de Augusto Corrêa até se envolver com o mundo do crime e ser preso. Há um ano ele e mais treze internos que cumprem pena no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança (CRRB) trabalham na Fazenda Citropar, localizada no município de Capitão Poço, que desde o ano passado utiliza a mão-de-obra carcerária em todos os processos agrícolas das plantações de laranja, limão e tangerina. A iniciativa inédita no Brasil é resultado do convênio entre a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e a empresa que exporta os produtos in natura para países da Europa e Emirados Árabes.
Foto: Thiago Gomes / AG. Pará