Doação de órgãos salva vidas e dá nova chance para transplantados, no Pará

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A captação ocorre principalmente em Belém e Santarém, em locais onde é possível fazer os procedimentos legais necessários, principalmente no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (90% dos casos). Outros hospitais necessitam criar condições para captação de múltiplos órgãos, como por exemplo, fazer o diagnóstico de morte encefálica conforme a Resolução 1480/1997 do Conselho Federal de Medicina (CFM). “Minha vida foi renovada. Fiquei livre de uma hemodiálise que fazia há 14 anos. Foi uma mudança de vida maravilhosa. Realizei meu transplante de rim no mês de novembro de 2013 no Ophir Loyola e hoje tenho uma vida saudável. Nunca mais precisei ser internado. Só vou ao hospital para fazer meus exames de rotina de três em três meses”, contou o aposentado Edison Lisboa (foto), 57 anos. FOTO: DIVULGAÇÃO DATA: 28.12.2017 BELÉM – PARÁ

A preocupação com a estética muitas vezes supera a atenção dedicada à saúde e pode trazer danos irreversíveis como a perda da visão. Um trauma ocular ocasionado pelo mau uso de uma lente de contato, comprada sem orientação médica, levou o eletricista Lívio Reis, 28, a entrar na fila de espera por um transplante de córnea (foto). Ele conta que usar lentes de contato para fins estéticos era uma verdadeira febre entre os mais jovens no ano de 2008. Não pensou duas vezes, adquiriu as lentes num camelô. FOTO: ASCOM HOL DATA: 29.09.2017 BELÉM – PARÁ

A captação ocorre principalmente em Belém e Santarém, em locais onde é possível fazer os procedimentos legais necessários, principalmente no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (90% dos casos). Outros hospitais necessitam criar condições para captação de múltiplos órgãos, como por exemplo, fazer o diagnóstico de morte encefálica conforme a Resolução 1480/1997 do Conselho Federal de Medicina (CFM). “Minha vida foi renovada. Fiquei livre de uma hemodiálise que fazia há 14 anos. Foi uma mudança de vida maravilhosa. Realizei meu transplante de rim no mês de novembro de 2013 no Ophir Loyola e hoje tenho uma vida saudável. Nunca mais precisei ser internado. Só vou ao hospital para fazer meus exames de rotina de três em três meses”, contou o aposentado Edison Lisboa (foto), 57 anos. FOTO: DIVULGAÇÃO DATA: 28.12.2017 BELÉM – PARÁ

Em Belém os programas de residência médica ocorrem pela Uepa, Hospital Ophir Loyola (HOL) (foto), Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna (FHCGV), e Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará (FSCMPA); em Ananindeua, pelo Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE); e em Bragança, pelo Hospital Santo Antônio Maria Zacarias (HSMAZ). FOTO: CRISTINO MARTINS / AG. PARÁ DATA: 04.08.2017 BELÉM – PARÁ

Foi um sonho realizado. Essa é a primeira frase da estudante Luciana Duarte (foto), 20 anos, ao falar sobre o seu transplante de córnea. “O processo de pré-transplante inclui uma preparação médica e psicológica. Entrei na fila, realizei diversos exames e fiz o transplante em setembro deste ano. Após alguns dias consegui enxergar perfeitamente. Nem acreditei. Foi uma emoção muito grande”, contou. A jovem que realizou a cirurgia no Hospital Universitário Bettina Ferro de Souza relatou que a sensação de voltar a enxergar é mágica. “Sou muito grata à família do meu doador e aos médicos que realizaram o transplante”, acrescentou. FOTO: DIVULGAÇÃO DATA: 28.12.2017 BELÉM – PARÁ

Se houvessem mais doações como essa os números da fila de espera seriam menores no Estado. Atualmente, 560 pessoas aguardam por um transplante de rim e 1.120 de córnea. “Os números de espera ainda existem devido a recusa das famílias que chega a 49%. Isso quer dizer que quase metade das famílias ainda rejeita a doação de órgãos de um parente com diagnóstico de morte encefálica”, explicou Ana Beltrão (foto), coordenadora estadual da Central de Transplantes. FOTO: JOSÉ PANTOJA / ASCOM SESPA DATA: 01.09.2017 BELÉM – PARÁ

Foi um sonho realizado. Essa é a primeira frase da estudante Luciana Duarte (foto), 20 anos, ao falar sobre o seu transplante de córnea. “O processo de pré-transplante inclui uma preparação médica e psicológica. Entrei na fila, realizei diversos exames e fiz o transplante em setembro deste ano. Após alguns dias consegui enxergar perfeitamente. Nem acreditei. Foi uma emoção muito grande”, contou. A jovem que realizou a cirurgia no Hospital Universitário Bettina Ferro de Souza relatou que a sensação de voltar a enxergar é mágica. “Sou muito grata à família do meu doador e aos médicos que realizaram o transplante”, acrescentou. FOTO: DIVULGAÇÃO DATA: 28.12.2017 BELÉM – PARÁ

A preocupação com a estética muitas vezes supera a atenção dedicada à saúde e pode trazer danos irreversíveis como a perda da visão. Um trauma ocular ocasionado pelo mau uso de uma lente de contato, comprada sem orientação médica, levou o eletricista Lívio Reis, 28, a entrar na fila de espera por um transplante de córnea (foto). Ele conta que usar lentes de contato para fins estéticos era uma verdadeira febre entre os mais jovens no ano de 2008. Não pensou duas vezes, adquiriu as lentes num camelô. FOTO: ASCOM / HOL DATA: 16.03.2017 BELÉM – PARÁ