Em Porto Velho, Semusa elabora Plano de Contingência para evitar doenças transmitidas pela água

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29 de março de 2014
Foto: Vagner Campos/ GESP
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29 de março de 2014
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Foto: Marcos Freire/ Secom (02/03/2014)

Foto: Marcos Freire/ Secom (02/03/2014)

Porto Velho- RO, 29/03/2014- Onze unidades de saúde alagadas com água até o ar-condicionado, 12 bairros debaixo d’água, cerca de seis mil famílias atingidas (entre as que foram retiradas pela Defesa Civil e as que saíram por conta própria), 22 vias interditadas, fechamento de todos os poços da antiga sede do distrito de Jacy-Paraná, além do prejuízo avaliado em mais de R$ 1 bilhão. Essas são apenas algumas das consequências provocadas pela enchente deste ano do rio Madeira, o maior desastre natural da história de Porto velho.

Foto: Marcos Freire/ Secom (02/03/2014)

Foto: Marcos Freire/ Secom (02/03/2014)

Porto Velho- RO, 29/03/2014- Baseado nesses números que são atualizados todos os dias, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) elaborou um Plano de Contingência para evitar a proliferação de doenças transmitidas por veiculação hídrica (por meio da água). A estratégia foi apresentada esta semana ao prefeito Mauro Nazif, pelo secretário da Semusa, Domingos Sávio. Para ele, o envolvimento da população é de primordial importância para que a situação não saia do controle.

Foto: Marcos Freire/ Secom (13/03/2014)

Foto: Marcos Freire/ Secom (13/03/2014)

Porto Velho- RO, 29/03/2014- Também já foram confirmados pela Semusa, 17 casos de leptospirose dos 63 que estavam sendo investigados. Outra constatação é a ocorrência com mais frequência dos ataques de animais peçonhentos, como cobras escorpiões e aranhas. De janeiro a março já são 43 registros, sendo que 26 foram picadas de cobras (60,46%). A maior incidência foi em fevereiro quando aconteceram 22 ataque (14 são referente a picadas de cobra).