Fordlândia a memória viva em Belterra (PA)

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FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ

Além ser conhecida por respirar história, Belterra (foto) se destaca por seus encantos naturais, traduzidos em belas praias às margens do Rio Tapajós, como Aramanaí, Maguari e Cajutuba. Entre as mais visitadas pelos turistas está Pindobal, com suas águas calmas e mornas, ideal para desfrutar em família. FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ DATA: 22.07.2017 BELTERRA - PARÁ

Além ser conhecida por respirar história, Belterra (foto) se destaca por seus
encantos naturais, traduzidos em belas praias às margens do Rio Tapajós, como
Aramanaí, Maguari e Cajutuba. Entre as mais visitadas pelos turistas está Pindobal,
com suas águas calmas e mornas, ideal para desfrutar em família.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
BELTERRA – PARÁ

O combustível foi a Hevea brasiliensis, conhecida pelos nativos como seringueira (foto), por meio do projeto de expansão da produção de borracha para alimentar as fábricas de automóveis do empresário norte-americano Henry Ford, considerado um dos homens mais ricos e conhecidos do mundo à época.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

O mais curioso de toda essa história é que Henry Ford morreu em 1948 sem nunca
ter pisado em suas terras amazônicas. “Mesmo com milhões de dólares investidos
nessa região, mesmo sendo preparada uma casa para recepcioná-lo – tanto em
Fordlândia quanto em Belterra (foto) -, o medo das doenças tropicais, como a malária, e das
fantasias e mitologias que se falam até hoje da Amazônia, fez com que ele nunca
chegasse a visitar o projeto. Sua administração era feita a distância, por seus
representantes”, disse o historiador Luiz Magno Ribeiro.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
BELTERRA – PARÁ

O mais curioso de toda essa história é que Henry Ford morreu em 1948 sem nunca
ter pisado em suas terras amazônicas. “Mesmo com milhões de dólares investidos
nessa região, mesmo sendo preparada uma casa para recepcioná-lo – tanto em
Fordlândia (foto) quanto em Belterra -, o medo das doenças tropicais, como a malária, e das
fantasias e mitologias que se falam até hoje da Amazônia, fez com que ele nunca
chegasse a visitar o projeto. Sua administração era feita a distância, por seus
representantes”, disse o historiador Luiz Magno Ribeiro.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

O projeto em Belterra iniciou em 1934 com o plantio de cerca de 3,2 milhões pés de
seringueiras, e a partir daquele ano Ford criou estrutura semelhante à de Fordlândia,
com casas também divididas de acordo com a função dos trabalhadores. Em Belterra,
a estrutura está melhor preservada. Algumas moradias da Vila Operária (foto) e dos
Mensalistas ainda são habitadas, e mantêm os traços originais da época.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
BELTERRA – PARÁ

Quase 90 anos depois, Fordlândia ainda mantém viva a memória
daquela época. Andar pela cidade é como visitar um museu a céu aberto. As ruínas dos
grandes galpões de beneficiamento do látex com maquinário original, do antigo hospital,
do cemitério (foto) e da escola, entre outros prédios requintados, são testemunhas silenciosas
da passagem do tempo. E a cada passo dado, é como se mergulhássemos nos velhos
livros de história.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

Quase 90 anos depois, Fordlândia ainda mantém viva a memória
daquela época. Andar pela cidade é como visitar um museu a céu aberto. As ruínas dos
grandes galpões de beneficiamento do látex com maquinário original, do antigo hospital,
do cemitério (foto) e da escola, entre outros prédios requintados, são testemunhas silenciosas
da passagem do tempo. E a cada passo dado, é como se mergulhássemos nos velhos
livros de história.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

“Naquela época, os investimentos maiores eram voltados para a região sudeste, e
Fordlândia passou a ser uma cidade modelo. Ford não queria só produzir, mas mostrar
a realização do poder econômico que ele tinha conquistado, com belas casas, um
hospital de ponta, uma caixa d’água imponente, que poderia ser vista de qualquer lugar,
cinema, rede de distribuição, água potável, entre outros. Uma estrutura que nem
Santarém ou Belém tinham na época”, complementou o professor e historiador
Luiz Magno Ribeiro. Na foto, o centro de memoria de Belterra.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

Quase 90 anos depois, Fordlândia (foto) ainda mantém viva a memória
daquela época. Andar pela cidade é como visitar um museu a céu aberto. As ruínas dos
grandes galpões de beneficiamento do látex com maquinário original, do antigo hospital,
do cemitério e da escola, entre outros prédios requintados, são testemunhas silenciosas
da passagem do tempo. E a cada passo dado, é como se mergulhássemos nos velhos
livros de história.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

Quase 90 anos depois, Fordlândia (foto) ainda mantém viva a memória
daquela época. Andar pela cidade é como visitar um museu a céu aberto. As ruínas dos
grandes galpões de beneficiamento do látex com maquinário original, do antigo hospital,
do cemitério e da escola, entre outros prédios requintados, são testemunhas silenciosas
da passagem do tempo. E a cada passo dado, é como se mergulhássemos nos velhos
livros de história.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

Por entre casas pintadas de verde e branco, igrejas, galpões em ruínas e outras
construções, e uma paisagem exuberante às margens do Rio Tapajós, é possível ligar
os pontos de uma história iniciada no final dos anos 1920, que colocou o Pará, e a
Amazônia, em destaque no cenário internacional. Na foto, a igreja de Fordlândia.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

Quase 90 anos depois, Fordlândia ainda mantém viva a memória
daquela época. Andar pela cidade é como visitar um museu a céu aberto. As ruínas dos
grandes galpões de beneficiamento do látex com maquinário original, do antigo hospital,
do cemitério e da escola (foto), entre outros prédios requintados, são testemunhas silenciosas
da passagem do tempo. E a cada passo dado, é como se mergulhássemos nos velhos
livros de história.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

Quase 90 anos depois, Fordlândia ainda mantém viva a memória
daquela época. Andar pela cidade é como visitar um museu a céu aberto. As ruínas dos
grandes galpões (foto) de beneficiamento do látex com maquinário original, do antigo hospital,
do cemitério e da escola, entre outros prédios requintados, são testemunhas silenciosas
da passagem do tempo. E a cada passo dado, é como se mergulhássemos nos velhos
livros de história.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

Por entre casas pintadas de verde e branco, igrejas, galpões em ruínas e outras
construções, e uma paisagem exuberante às margens do Rio Tapajós, é possível ligar
os pontos de uma história iniciada no final dos anos 1920, que colocou o Pará, e a
Amazônia, em destaque no cenário internacional. O combustível foi a Hevea brasiliensis,
conhecida pelos nativos como seringueira, por meio do projeto de expansão da produção
de borracha para alimentar as fábricas de automóveis do empresário norte-americano
Henry Ford, considerado um dos homens mais ricos e conhecidos do mundo à época.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 21.07.2017
AVEIRO – PARÁ

Quase 90 anos depois, Fordlândia ainda mantém viva a memória
daquela época. Andar pela cidade é como visitar um museu a céu aberto. As ruínas dos
grandes galpões (foto) de beneficiamento do látex com maquinário original, do antigo hospital,
do cemitério e da escola, entre outros prédios requintados, são testemunhas silenciosas
da passagem do tempo. E a cada passo dado, é como se mergulhássemos nos velhos
livros de história.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

Quase 90 anos depois, Fordlândia ainda mantém viva a memória
daquela época. Andar pela cidade é como visitar um museu a céu aberto. As ruínas dos
grandes galpões (foto) de beneficiamento do látex com maquinário original, do antigo hospital,
do cemitério e da escola, entre outros prédios requintados, são testemunhas silenciosas
da passagem do tempo. E a cada passo dado, é como se mergulhássemos nos velhos
livros de história.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

Quase 90 anos depois, Fordlândia ainda mantém viva a memória
daquela época. Andar pela cidade é como visitar um museu a céu aberto. As ruínas dos
grandes galpões (foto) de beneficiamento do látex com maquinário original, do antigo hospital,
do cemitério e da escola, entre outros prédios requintados, são testemunhas silenciosas
da passagem do tempo. E a cada passo dado, é como se mergulhássemos nos velhos
livros de história.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

Quase 90 anos depois, Fordlândia ainda mantém viva a memória
daquela época. Andar pela cidade é como visitar um museu a céu aberto. As ruínas dos
grandes galpões (foto) de beneficiamento do látex com maquinário original, do antigo hospital,
do cemitério e da escola, entre outros prédios requintados, são testemunhas silenciosas
da passagem do tempo. E a cada passo dado, é como se mergulhássemos nos velhos
livros de história.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

Quase 90 anos depois, Fordlândia ainda mantém viva a memória
daquela época. Andar pela cidade é como visitar um museu a céu aberto. As ruínas dos
grandes galpões (foto) de beneficiamento do látex com maquinário original, do antigo hospital,
do cemitério e da escola, entre outros prédios requintados, são testemunhas silenciosas
da passagem do tempo. E a cada passo dado, é como se mergulhássemos nos velhos
livros de história.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

Quase 90 anos depois, Fordlândia ainda mantém viva a memória
daquela época. Andar pela cidade é como visitar um museu a céu aberto. As ruínas dos
grandes galpões (foto) de beneficiamento do látex com maquinário original, do antigo hospital,
do cemitério e da escola, entre outros prédios requintados, são testemunhas silenciosas
da passagem do tempo. E a cada passo dado, é como se mergulhássemos nos velhos
livros de história.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

Quase 90 anos depois, Fordlândia ainda mantém viva a memória
daquela época. Andar pela cidade é como visitar um museu a céu aberto. As ruínas dos
grandes galpões (foto) de beneficiamento do látex com maquinário original, do antigo hospital,
do cemitério e da escola, entre outros prédios requintados, são testemunhas silenciosas
da passagem do tempo. E a cada passo dado, é como se mergulhássemos nos velhos
livros de história.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

Por entre casas pintadas de verde e branco, igrejas, galpões em ruínas e outras
construções, e uma paisagem exuberante às margens do Rio Tapajós, é possível ligar
os pontos de uma história iniciada no final dos anos 1920, que colocou o Pará, e a
Amazônia, em destaque no cenário internacional. Na foto, a igreja de Santo Antônio em Belterra.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
BELTERRA – PARÁ

Por entre casas pintadas de verde e branco, igrejas, galpões em ruínas e outras
construções, e uma paisagem exuberante às margens do Rio Tapajós, é possível ligar
os pontos de uma história iniciada no final dos anos 1920, que colocou o Pará, e a
Amazônia, em destaque no cenário internacional. Na foto, a igreja de Fordlândia.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

Além de Fordlândia, outras comunidades de Aveiro são conhecidas por
suas riquezas naturais. A partir do mês de agosto, belas praias surgem às margens do Rio
Tapajós atraindo turistas de várias regiões. A pesca esportiva (foto) também é uma atividade
muito procurada durante todo o ano.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

Além de Fordlândia, outras comunidades de Aveiro são conhecidas por
suas riquezas naturais. A partir do mês de agosto, belas praias surgem às margens do Rio
Tapajós atraindo turistas de várias regiões. A pesca esportiva (foto) também é uma atividade
muito procurada durante todo o ano.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

Quase 90 anos depois, Fordlândia ainda mantém viva a memória
daquela época. Andar pela cidade é como visitar um museu a céu aberto. As ruínas dos
grandes galpões de beneficiamento do látex com maquinário original, do antigo hospital,
do cemitério e da escola, entre outros prédios requintados, são testemunhas silenciosas
da passagem do tempo.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

Além ser conhecida por respirar história, Belterra se destaca por seus
encantos naturais, traduzidos em belas praias às margens do Rio Tapajós, como
Aramanaí, Maguari e Cajutuba. Entre as mais visitadas pelos turistas está Pindobal (foto),
com suas águas calmas e mornas, ideal para desfrutar em família.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
BELTERRA – PARÁ

Além ser conhecida por respirar história, Belterra se destaca por seus
encantos naturais, traduzidos em belas praias às margens do Rio Tapajós, como
Aramanaí, Maguari e Cajutuba. Entre as mais visitadas pelos turistas está Pindobal (foto),
com suas águas calmas e mornas, ideal para desfrutar em família.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
BELTERRA – PARÁ

Além ser conhecida por respirar história, Belterra se destaca por seus
encantos naturais, traduzidos em belas praias às margens do Rio Tapajós, como
Aramanaí, Maguari e Cajutuba. Entre as mais visitadas pelos turistas está Pindobal (foto),
com suas águas calmas e mornas, ideal para desfrutar em família.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
BELTERRA – PARÁ

Além ser conhecida por respirar história, Belterra se destaca por seus
encantos naturais, traduzidos em belas praias às margens do Rio Tapajós, como
Aramanaí, Maguari e Cajutuba. Entre as mais visitadas pelos turistas está Pindobal (foto),
com suas águas calmas e mornas, ideal para desfrutar em família.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
BELTERRA – PARÁ

“Uma das coisas que mais me impressionam é o pôr do sol deste lugar. É incrível. Já
visitei outros lugares do Brasil, mas aqui tem algo diferente. Isso aqui é maravilhoso,
uma paisagem e tranquilidade que você não encontra em qualquer lugar. A culinária
local também é maravilhosa, e vale a pena visitar”, afirmou Elizangela Ulveseter.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
BELTERRA – PARÁ

“Uma das coisas que mais me impressionam é o pôr do sol deste lugar. É incrível. Já
visitei outros lugares do Brasil, mas aqui tem algo diferente. Isso aqui é maravilhoso,
uma paisagem e tranquilidade que você não encontra em qualquer lugar. A culinária
local também é maravilhosa, e vale a pena visitar”, afirmou Elizangela Ulveseter.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
BELTERRA – PARÁ

Em Belterra, a estrutura está melhor preservada. Algumas moradias da Vila Operária e dos
Mensalistas ainda são habitadas, e mantêm os traços originais da época, assim como
os imóveis da Vila Americana que abrigam algumas secretarias do poder municipal.
“O prédio que abriga a prefeitura (foto), inclusive, sempre foi o Centro Administrativo de
Belterra desde 1934″, complementou o pesquisador Antônio Evandro Mota de Castro
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DATA: 22.07.2017
BELTERRA – PARÁ

Além de Fordlândia, outras comunidades de Aveiro são conhecidas por
suas riquezas naturais. A partir do mês de agosto, belas praias surgem às margens do Rio
Tapajós (foto) atraindo turistas de várias regiões. A pesca esportiva também é uma atividade
muito procurada durante todo o ano.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

Além de Fordlândia, outras comunidades de Aveiro são conhecidas por
suas riquezas naturais. A partir do mês de agosto, belas praias surgem às margens do Rio
Tapajós (foto) atraindo turistas de várias regiões. A pesca esportiva também é uma atividade
muito procurada durante todo o ano.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ

Entre as décadas de 1950 e 1980, Fordlândia passou a abrigar as instalações do
Ministério da Agricultura, e as casas (foto) foram ocupadas por seus funcionários. Mas depois
as atividades do órgão no local foram encerradas. Com o fim do projeto, Belterra voltou
a fazer parte do município de Santarém, e somente em 1995 tornou-se oficialmente
um município.
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DATA: 22.07.2017
AVEIRO – PARÁ