Laboratório da Polícia Civil de São Paulo recria face de vítima em 3D para facilitar identificação

Foto: José Cruz/ Agência Brasil
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Foto: Rodrigo Paneghine/ SSP-SP

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São Paulo- SP, 07/04/2014- O coordenador do Laboratório de Arte Forense do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil, Sidney Barbosa afirma que a modernização do “retrato falado”, com a compra de equipamento no final de 2013, permitiu que esse trabalho seja até quatro vezes mais rápido. Com seu notebook, Sidney pode fazer retratos falados em qualquer lugar.

Foto: Rodrigo Paneghine/ SSP-SP

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São Paulo- SP, 07/04/2014- Pioneiro na América Latina, o novo Laboratório de Arte Forense do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil, alia tecnologia de ponta, habilidades artísticas e conhecimentos avançados em computação gráfica para ajudar a solucionar crimes e a encontrar crianças e adolescentes desaparecidos. A sala climatizada tem três estações de trabalho (work station).

Foto: Rodrigo Paneghine/ SSP-SP

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São Paulo- SP, 07/04/2014- No Laboratório, pode ser feita a reconstituição digital de um rosto desfigurado.

Foto: Rodrigo Paneghine/ SSP-SP

Foto: Rodrigo Paneghine/ SSP-SP

São Paulo- SP, 07/04/2014- Os designers gráficos Vilson Martins e Sidney Barbosa. Para modernizar o Laboratório, o Governo investiu R$ 188.953,34.

Arte: Policia Civil do Estado de São Paulo

Arte: Policia Civil do Estado de São Paulo

São Paulo- SP, 07/04/2014- Reconstituição digital do rosto do homem esquartejado que teve as partes do corpo espalhadas pelo centro da capital paulista. A identidade da vítima, no entanto não foi revelada e depende de exame de DNA para ser confirmada. A partir de poucas características de um rosto, o artista forense consegue produzir um retrato em 3D.