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Morte por laser?
À primeira vista, esta imagem parece impressionante e intimidante, com enormes feixes de luz que lembram alguma terrível arma cósmica. Felizmente, não é esse o caso! Esta imagem da semana do ESO mostra algo muito mais benigno – uma mistura de gás, poeira e lasers poderosos.

Entre as maiores nebulosas no céu noturno do sul, a Nebulosa Carina é um alvo de visualização perfeito para o Very Large Telescope (VLT) do ESO. Nesta imagem, a nebulosa aparece como uma nuvem rosa deslumbrante no céu claro acima do Observatório Paranal do ESO no Chile, lar do VLT. A Nebulosa Carina é uma vasta nuvem de poeira e gás – esse gás é ionizado e feito para brilhar pelas estrelas dentro da própria nebulosa.

O Adaptive Optics Facility de última geração instalado em um dos Unit Telescopes (UTs) de 8,2 metros do VLT está em plena operação aqui. Os feixes de laser laranja são enviados dos UTs para a atmosfera, onde excitam as partículas de sódio, fazendo-as brilhar. Isso cria “estrelas” artificiais que podem ser usadas para medir os efeitos de desfoque causados ​​pela atmosfera da Terra, que são então corrigidos pelo telescópio.
Crédito: ESO / G. Hüdepohl

ESO / G. Hüdepohl