MST e aliados doam mil marmitas em Curitiba e cobram combate aos agrotóxicos e à fome

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As refeições foram produzidas com alimentos vindos da agricultura familiar e da reforma agrária. Ação faz referência ao Dia Internacional do Agricultor e da Agricultora Familiar

Desde a dupla tradicional arroz e feijão, até os ingredientes como a carne, mais rara no prato de quem passa por dificuldade financeira, todo o cardápio das mil marmitas distribuídas gratuitamente nesta quarta-feira (22), em Curitiba (PR), veio do trabalho de agricultores e agricultoras familiares e da reforma agrária. A ação marca o Dia Internacional do Agricultor e da Agricultora Familiar, comemorado no sábado (25), e cobra o avanço de políticas públicas de combate à fome e de incentivo à Agricultura Familiar e à Reforma Agrária, e denuncia os efeitos nocivos dos agrotóxicos.
Quem recebeu as quentinhas foram pessoas em situação de rua do centro da capital, trabalhadores de aplicativos de entrega e moradores da vila Uberlândia, do bairro Portão. Em comum, elas enfrentam a angústia de não terem garantidas as três refeições básicas do dia, por consequência da pandemia da Covid-19 e das políticas públicas insuficientes por parte do Poder Público.

Foto: Joka Madruga/Terra Sem Males

Foto: Joka Madruga/Terra Sem Males

Foto: Joka Madruga/Terra Sem Males

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Foto: Joka Madruga/Terra Sem Males

Foto: Joka Madruga/Terra Sem Males

Foto: Joka Madruga/Terra Sem Males

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