Neste sábado, Sindipetro e MST doam alimentos e gás em Curitiba e Araucária (PR)

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Curitiba PR 0108 2020 A união entre petroleiros e agricultores vai resultar em uma ação de solidariedade a famílias em situação de vulnerabilidade da periferia de Curitiba e Araucária, neste sábado (01). O objetivo é distribuir 400 cargas de gás de cozinha, adquiridas por meio de uma campanha junto aos petroleiros da refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), e 15 toneladas de alimentos frescos, doados por camponeses e camponesas da Reforma Agrária de cinco municípios e por produtores familiares de São José dos Pinhais. A ação é organizada pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e pelo Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina (Sindipetro-PR/SC). É a segunda vez que as duas organizações se juntam para garantir estes dois itens essenciais para a alimentação – a primeira ocorreu no dia 13 de junho. As entregas em Curitiba começam às 9h no Jardim Santos Andrade, no bairro Campo Comprido, e na Vila Formosa, no Novo Mundo, onde cinco associações de moradores atuam de forma conjunta para criar cozinhas comunitárias. Em Araucária, as distribuições terão início às 14h nas Vilas Santa Cruz e Portelinha, no bairro Vila Nova. A preparação da distribuição está sendo feita em diálogo direto com associações de moradores e coletivos locais, com cadastro prévio das famílias que irão receber as doações. A coordenação da iniciativa reforça a obrigatoriedade do uso de máscara e o distanciamento social.
A ação busca contribuir de forma imediata para o enfrentamento da fome, que tem se tornado uma dura realidade para a parcela da população brasileira que já vivia em condições mais precárias, mesmo antes da pandemia da COVID-19. Também tem como objetivo a cobrança por preços justos para o gás de cozinha e o direito à alimentação para toda a população.Com o acirramento da crise econômica e a insuficiência de políticas públicas para atender a demanda, as dificuldades financeiras são uma realidade nas periferias das cidades. Estudos da Organização das Nações Unidas (ONU) indicam aumento da taxa de pobreza em 7% na América Latina este ano, o que resultará em 45 milhões de pessoas a mais no mapa da pobreza e extrema pobreza na região – que chegará a 230 milhões de pessoas (37,2% da população). foto Giorgia Prates/Brasil de Fato

Giorgia Prates/Brasil de Fato

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