ONG Conectas alerta para situação degradante dos imigrantes haitianos no Acre

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Foto: João Paulo Charleaux/Conectas (4-6/08/2013)
Foto: João Paulo Charleaux/Conectas (4-6/08/2013)

Brasileia- Acre, 4-6/08/2013- O governo do Acre afirma não ter condições para lidar sozinho com a crise na cidade de Brasileia, principal ponto de entrada de haitianos que vêm ao Brasil sem visto. Em setembro, o governo federal prometeu realizar uma força tarefa para solucionar os problemas estruturais do galpão, que já abriga 12 vezes mais pessoas do que deveria, mas nada foi feito até agora.

Foto: João Paulo Charleaux/Conectas (4-6/08/2013)
Foto: João Paulo Charleaux/Conectas (4-6/08/2013)
Foto: João Paulo Charleaux/Conectas (4-6/08/2013)
Foto: João Paulo Charleaux/Conectas (4-6/08/2013)
Foto: João Paulo Charleaux/Conectas (4-6/08/2013)
Foto: João Paulo Charleaux/Conectas (4-6/08/2013)

Brasileia- Acre, 4-6/08/2013- Em agosto de 2013, Conectas registrou as péssimas condições no galpão construído para receber haitianos na cidade de Brasileia, no Acre. O espaço com capacidade para 200 pessoas era dividido por 800. As condições se deterioraram e, hoje, segundo parceiros locais da organização, 2,5 mil imigrantes de diferentes nacionalidades estão no abrigo.

Foto: João Paulo Charleaux/Conectas (4-6/08/2013)
Foto: João Paulo Charleaux/Conectas (4-6/08/2013)

Brasileia- Acre, 4-6/08/2013-  A estrutura do abrigo para imigrantes em Brasileia, no Acre, é precária: uma equipe da Conectas, que visitou o local em agosto de 2013, constatou apenas 10 latrinas e 8 chuveiros. Não havia distribuição de sabão ou pasta de dente e o esgoto corria a céu aberto. O hospital local diz que 90% dos pacientes provenientes do campo tinham diarreia.

Foto: João Paulo Charleaux/Conectas (4-6/08/2013)
Foto: João Paulo Charleaux/Conectas (4-6/08/2013)

Brasileia- Acre, 4-6/08/2013-  Entre 80 e 90 haitianos têm chegado a Brasileia todos os dias, enquanto apenas 20 conseguem deixar a cidade acreana, que está ilhada por conta da cheia dos rios. O bloqueio das estradas tem prejudicado também o fornecimento de comida. As marmitas que são servidas no acampamento agora vêm em porções mais reduzidas. Um carregamento de arroz e feijão que deveria ter chegado à cidade está preso em Rondônia e a empresa responsável pelo fornecimento da comida está improvisando refeições com mandioca e banana.

Foto: João Paulo Charleaux/Conectas (4-6/08/2013)
Foto: João Paulo Charleaux/Conectas (4-6/08/2013)
FFoto: João Paulo Charleaux/Conectas (4-6/08/2013)
Foto: João Paulo Charleaux/Conectas (4-6/08/2013)
Foto: Angela Peres/Secom (11/04/2013)
Foto: Angela Peres/Secom (11/04/2013)
Foto: Angela Peres/Secom (11/04/2013)
Foto: Angela Peres/Secom (11/04/2013)
Foto: Angela Peres/Secom (11/04/2013)
Foto: Angela Peres/Secom (11/04/2013)
Foto: Angela Peres/Secom (11/04/2013)
Foto: Angela Peres/Secom (11/04/2013)
Foto: Angela Peres/Secom (11/04/2013)
Foto: Angela Peres/Secom (11/04/2013)
Foto: Angela Peres/Secom (11/04/2013)
Foto: Angela Peres/Secom (11/04/2013)