Palestra aborda iniciativas de prevenção à doença de Chagas, no Pará

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Um encontro na sede do Ministério da Agricultura, em Brasília, teve como tema principal um produto que faz parte do dia a dia dos paraenses: o açaí. Na reunião, foram anunciadas medidas para impulsionar a cadeia produtiva do açaí, fonte de renda de cerca de 13 mil produtores no Pará, tendo grande importância socioeconômica no estado, que é o maior produtor, envolvendo 300 mil pessoas em 54 municípios. O cultivo do açaizeiro no Pará movimenta mais de R$ 3 bilhões por ano. Na foto, Feira do Açaí FOTO: RODOLFO OLIVEIRA / ARQUIVO AG. PARÁ DATA: 07.03.2017 BELÉM – PARÁ

Um encontro na sede do Ministério da Agricultura, em Brasília, teve como tema principal um produto que faz parte do dia a dia dos paraenses: o açaí (foto). Na reunião, foram anunciadas medidas para impulsionar a cadeia produtiva do açaí, fonte de renda de cerca de 13 mil produtores no Pará, tendo grande importância socioeconômica no estado, que é o maior produtor, envolvendo 300 mil pessoas em 54 municípios. O cultivo do açaizeiro no Pará movimenta mais de R$ 3 bilhões por ano. FOTO: RODOLFO OLIVEIRA / ARQUIVO AG. PARÁ DATA: 07.03.2017 BELÉM – PARÁ

Com o objetivo de nivelar conhecimentos sobre a doença de Chagas, o Departamento de Vigilância Sanitária, por meio da Divisão de Controle da Qualidade dos Alimentos, da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), realizou nesta sexta-feira (15), na Casa do Açaí, da Prefeitura de Belém, a palestra “Doença de Chagas Aguda, um desafio”. Os palestrantes foram a cardiologista Dilma Souza (foto), responsável pelo Ambulatório de Doença de Chagas do Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB), e a farmacêutica bioquímica Elenild Góes, da Sespa. FOTO: JOSÉ PANTOJA / ASCOM SESPA DATA: 15.12.2017 BELÉM – PARÁ

Um encontro na sede do Ministério da Agricultura, em Brasília, teve como tema principal um produto que faz parte do dia a dia dos paraenses: o açaí (foto). Na reunião, foram anunciadas medidas para impulsionar a cadeia produtiva do açaí, fonte de renda de cerca de 13 mil produtores no Pará, tendo grande importância socioeconômica no estado, que é o maior produtor, envolvendo 300 mil pessoas em 54 municípios. O cultivo do açaizeiro no Pará movimenta mais de R$ 3 bilhões por ano. FOTO: CRISTINO MARTINS / ARQUIVO AG. PARÁ DATA: 07.03.2017 BELÉM – PARÁ

Os olhos do paraense brilham diante de uma tigela de açaí. Com farinha, peixe frito ou açúcar, ele é base da alimentação e da cultura local. Porém, a paixão pela polpa do açaí deixa para o poder público e a população um problema complexo: as toneladas do caroço, rejeito do açaí após extração do sumo. Há alguns anos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento tomaram para si a missão de dar destino proveitoso ao caroço do açaí. De produção de energia a tratamento para câncer, passando pela aplicação do rejeito da fabricação de móveis, o potencial desta semente faz jus à importância do fruto para o Pará. O cenário chega a ser tradicional em Belém. Um breve passeio pelos bairros periféricos da capital revela a dimensão do problema. São montanhas de caroço abandonadas à beira de canais ou dividindo espaço com pedestres pelas calçadas. Graças a abundancia de chuvas, muitas chegam a germinar, tornando-se pequenas palmeiras antes de serem finalmente retiradas das ruas. A Associação de Batedores de Açaí de Belém estima cerca de dez mil pontos de venda de açaí na Região Metropolitana. A geração diária de caroço chega a expressivas 16 toneladas todos os dias. FOTO: NAILANA THIELY/ ASCOM UEPA BELÉM – PARÁ