Policiamento fluvial promove segunça comunitária e executa projetos sociais com ribeirinhos

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A embarcação da empresa Navegação Marajó, que faz o transporte de passageiros entre Santa Cruz do Arari, na ilha do Marajó, e Belém, foi abordada pela lancha da Companhia de Policiamento Fluvial em plena Baía do Guajará, próximo à capital paraense. Este é um procedimento de rotina do Grupamento Fluvial que realiza o policiamento ostensivo nos rios do Estado e atende comunidades ribeirinhas com projetos sociais.

Por outro lado, o aluno da quinta série, Otoniel Silva, de 11 anos, de uma escola de ensino fundamentam localizada na Ilha de Urubuoca, nas proximidades de Belém, recebe aulas de jiu-jítsu dos policiais da companhia. A influência é tanta que o aluno já decidiu que quer ser policial “para proteger e ajudar as pessoas”.

Somente nos primeiros meses deste ano, o Grupamento Fluvial (GFLU) realizou 47 detenções em 42 operações. Ao todo foram realizadas mais de 100 apreensões, entre armas de fogo, munição, barcos, voadeiras, motocicletas, eletrodomésticos, drones, motosserras, entorpecentes, entre outros objetos. “Com o policiamento, a pirataria pensa duas vezes antes de agir. Eu nunca fui vítima, mas tenho amigos que já foram e alguns até morreram”, ressalta Evandro Feio, de 43 anos, proprietário da embarcação abordada.

Já o marítimo Alex Moraes, 38 anos, proprietário da embarcação “Tucano do Marajó” que transporta açaí entre o interior do amazonas, Amapá e Ponta de Pedras, no Marajó, diz que tem medo pois tem que transportar valores para sua compras. “Eu já fui vítima de assalto de pirata, pois tem muitos trechos que são perigosos. O policiamento inibe os piratas, principalmente os de rabeta e outros barcos pequenos que realizam os assaltos”, comenta.

Criado para atuar prioritariamente nos rios paraenses, a partir da integração com os órgãos municipais, estaduais e federais, especialmente as Polícias Civil e Militar e Bombeiro militar, a companhia busca a qualificação e planejamento das ações de Segurança Pública e Defesa Social.

De acordo com o major Glauco Mourão, que é comandante do Grupamento de Policiamento Fluvial, o trabalho de policiamento da companhia tem como base a filosofia do policiamento comunitário, que também é instituída como filosofia de governo. “A comunidade tem uma participação fundamental dizendo quais as problemáticas e os melhores momentos para atuar no policiamento para que os resultados tenham a melhor eficácia”, destaca.

O policiamento é regular e realizado durante 24 horas. As embarcações são utilizadas durante os momentos de maior demanda, que as próprias comunidades ribeirinhas indicam. “As denúncias chegam até nós através do número 181 e juntamente com a Delegacia Fluvial fazemos o levantamento, o que tem apresentado um resultado satisfatório”, comenta.

Como exemplo ele cita uma operação em 2017, quando cinco pessoas foram presas, durante a apreensão de 270 quilos de cocaína escondidos nas matas de Ponta de Pedras, no Marajó, a maior apreensão de drogas desde 2009 no Pará. “Nossa maior felicidade é o público que nós atendemos, que vê com orgulho o trabalho da polícia. O policial se estimula em receber o amor da comunidade e dá em troca ações que são condignas com o carinho que ele recebe”.

O proprietário da embarcação da empresa Navegação Marajó, que faz a navegação de passageiros entre Santa Cruz do Arari, na ilha do Marajó e Belém, Evandro Feio, 43 anos, foi abordada pela lancha da Companhia de Policiamento Fluvial (foto) em plena baia do Guajará, próximo a capital Belém. Este é um procedimento de rotina do Grupamento Fluvial que realiza o policiamento ostensivo nos rios do Estado e atende comunidades ribeirinhas através de projetos sociais. FOTO: MARCELO LELIS / AG. PARÁ DATA: 27.04.2018 BELÉM – PARÁ

O proprietário da embarcação da empresa Navegação Marajó (foto), que faz a navegação de passageiros entre Santa Cruz do Arari, na ilha do Marajó e Belém, Evandro Feio, 43 anos, foi abordada pela lancha da Companhia de Policiamento Fluvial em plena baia do Guajará, próximo a capital Belém. Este é um procedimento de rotina do Grupamento Fluvial que realiza o policiamento ostensivo nos rios do Estado e atende comunidades ribeirinhas através de projetos sociais. FOTO: MARCELO LELIS / AG. PARÁ DATA: 27.04.2018 BELÉM – PARÁ

Lancha da Companhia de Policiamento Fluvial em plena baia do Guajará, próximo a capital Belém. Que realiza o policiamento ostensivo nos rios do Estado e atende comunidades ribeirinhas através de projetos sociais. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG. PARÁ DATA: 27.04.2018 BELÉM – PARÁ

Na ilha de Urubuoca, 60 alunos do ensino fundamental, praticam artes marciais cujos instrutores são os próprios policiais da companhia. É o projeto “Ribeirinhos da Paz” constituído pelo Grupamento da Polícia Militar. O atendimento das comunidades já recebeu o reconhecimento de várias instituições, e recebe visitas de policiais de outras corporações, e atletas que se identificam com o projeto, como exemplo Michel Trator e referências do jiu-jitsu. FOTO: MARCELO LELIS / AG. PARÁ DATA: 27.04.2018 BELÉM – PARÁ

Lancha da Companhia de Policiamento Fluvial em plena baia do Guajará, próximo a capital Belém. Este é um procedimento de rotina do Grupamento Fluvial que realiza o policiamento ostensivo nos rios do Estado e atende comunidades ribeirinhas através de projetos sociais. Já o marítimo Alex Moraes, 38 anos, proprietário da embarcação “Tucano do Marajó” (foto) que transporta açaí entre o interior do amazonas, Amapá e Ponta de Pedras, este último no Marajó, diz que tem medo pois tem que transportar valores para sua compras FOTO: MARCELO LELIS / AG. PARÁ DATA: 27.04.2018 BELÉM – PARÁ

O proprietário da embarcação da empresa Navegação Marajó, que faz a navegação de passageiros entre Santa Cruz do Arari, na ilha do Marajó e Belém, Evandro Feio, 43 anos, foi abordada pela lancha da Companhia de Policiamento Fluvial (foto) em plena baia do Guajará, próximo a capital Belém. Este é um procedimento de rotina do Grupamento Fluvial que realiza o policiamento ostensivo nos rios do Estado e atende comunidades ribeirinhas através de projetos sociais. FOTO: MARCELO LELIS / AG. PARÁ DATA: 27.04.2018 BELÉM – PARÁ

Lancha da Companhia de Policiamento Fluvial em plena baia do Guajará, próximo a capital Belém. Que realiza o policiamento ostensivo nos rios do Estado e atende comunidades ribeirinhas através de projetos sociais. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG. PARÁ DATA: 27.04.2018 BELÉM – PARÁ

O proprietário da embarcação da empresa Navegação Marajó (foto), que faz a navegação de passageiros entre Santa Cruz do Arari, na ilha do Marajó e Belém, Evandro Feio, 43 anos, foi abordada pela lancha da Companhia de Policiamento Fluvial em plena baia do Guajará, próximo a capital Belém. Este é um procedimento de rotina do Grupamento Fluvial que realiza o policiamento ostensivo nos rios do Estado e atende comunidades ribeirinhas através de projetos sociais. FOTO: MARCELO LELIS / AG. PARÁ DATA: 27.04.2018 BELÉM – PARÁ