Prática do rapel mostra aventura saudável para adolescentes em conflito com a lei

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Foto: Gabriel Rosa/SMCS

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01/09/2015  – Curitiba – Mostrar que existem atividades de aventura prazerosas, divertidas, seguras e que não colocam em risco o futuro e a vida das pessoas, foi o que motivou a Guarda Municipal de Curitiba (GMC), a Fundação de Ação Social (FAS) e o Sesc da Esquina a se unirem para demonstrar a prática do rapel a um grupo de adolescentes, entre 15 e 17 anos, que cometeram infrações leves na cidade de Curitiba. São pessoas que cumprem medidas socioeducativas em meio aberto, ou estão sob o regime de liberdade assistida por terem cometido pequenos furtos, posse de entorpecentes ou foram flagrados em situação de vandalismo pela cidade, entre outras situações.Curitiba começou a implementar as medidas socioeducativas de maneira integrada, em conformidade com o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, em abril deste ano. Até agosto, 220 adolescentes nessas condições passaram pelo programa. De acordo com o Ministério Público do Paraná, um dos resultados é que a reincidência de atos infracionais entre os jovens atendidos caiu de 33% para 17% nesses poucos meses de trabalho.Para o supervisor da Guarda Municipal de Curitiba, Marcelo Boza, da Gerência de Defesa e Ação Comunitária, toda a atividade é feita dentro das normas de segurança. “Isso é feito justamente para transmitir aos adolescentes lições que remetam ao valor da vida, à segurança, à confiança nos agentes da Guarda Municipal e para tirar proveito do medo e do frio na barriga que dá ao descer pelas cordas 15 metros de parede, a fim de demonstrar um outro caminho de diversão e de companheirismo, longe do crime”, disse. Além do rapel, a equipe da Guarda também ministra palestras, passeios de orientação e outras atividades recreativas com os jovens.

 

 Foto: Gabriel Rosa/SMCS

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