Três das cinco obras de reserva já estão prontas e inclusive foram utilizadas durante a crise hídrica em São Paulo

Foto: Clarice Castro/GERJ
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Foto: Sabesp

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22/03/2017- São Paulo- SP, Brasil- Três das cinco obras de reserva já estão prontas e inclusive foram utilizadas durante a crise hídrica: a ligação Rio Grande-Taiaçupeba, que pode bombear 4.000 L/s; a ligação Rio Pequeno-Rio Grande, também com 4.000 L/s; e a captação do rio Guaió, com mais 1.000 L/s. Na seca inédita de 2014 e 2015, elas ajudaram a encher as represas de onde sai a água que é tratada e enviada às residências. Foto: Sabesp

22/03/2017- São Paulo- SP, Brasil- Três das cinco obras de reserva já estão prontas e inclusive foram utilizadas durante a crise hídrica: a ligação Rio Grande-Taiaçupeba, que pode bombear 4.000 L/s; a ligação Rio Pequeno-Rio Grande, também com 4.000 L/s; e a captação do rio Guaió, com mais 1.000 L/s. Na seca inédita de 2014 e 2015, elas ajudaram a encher as represas de onde sai a água que é tratada e enviada às residências. Foto: Sabesp

22/03/2017- São Paulo- SP, Brasil- Três das cinco obras de reserva já estão prontas e inclusive foram utilizadas durante a crise hídrica: a ligação Rio Grande-Taiaçupeba, que pode bombear 4.000 L/s; a ligação Rio Pequeno-Rio Grande, também com 4.000 L/s; e a captação do rio Guaió, com mais 1.000 L/s. Na seca inédita de 2014 e 2015, elas ajudaram a encher as represas de onde sai a água que é tratada e enviada às residências. Foto: Sabesp

22/03/2017- São Paulo- SP, Brasil- Três das cinco obras de reserva já estão prontas e inclusive foram utilizadas durante a crise hídrica: a ligação Rio Grande-Taiaçupeba, que pode bombear 4.000 L/s; a ligação Rio Pequeno-Rio Grande, também com 4.000 L/s; e a captação do rio Guaió, com mais 1.000 L/s. Na seca inédita de 2014 e 2015, elas ajudaram a encher as represas de onde sai a água que é tratada e enviada às residências. Foto: Sabesp

22/03/2017- São Paulo- SP, Brasil- Três das cinco obras de reserva já estão prontas e inclusive foram utilizadas durante a crise hídrica: a ligação Rio Grande-Taiaçupeba, que pode bombear 4.000 L/s; a ligação Rio Pequeno-Rio Grande, também com 4.000 L/s; e a captação do rio Guaió, com mais 1.000 L/s. Na seca inédita de 2014 e 2015, elas ajudaram a encher as represas de onde sai a água que é tratada e enviada às residências. Foto: Sabesp

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