Tribunal de Contas da União aprova as contas do Maracanã

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21 de fevereiro de 2014
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Foto: GERJ (23/04/2012)

Foto: GERJ (23/04/2012)

Foto: GERJ (24/04/2012)

Foto: GERJ (24/04/2012)

Rio de Janeiro- RJ, 20/02/2014- Os ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) aprovaram, por unanimidade, o relatório final de acompanhamento da operação de crédito, no valor de R$ 400 milhões, celebrado entre o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e o Governo do Estado do Rio de Janeiro, para financiamento das obras de reforma e adequação do Complexo Maracanã. A aprovação ocorreu em reunião plenária, no último dia 5 de fevereiro.

Foto: Érica Ramalho/ GERJ (09/04/2013)

Foto: Érica Ramalho/ GERJ (09/04/2013)

Rio de Janeiro- RJ, 20/02/2014- Em seu voto, o ministro relator Valmir Campelo informa que “houve o cumprimento de todas as obrigações e condições para utilização do crédito por parte do Governo do Estado”. Em razão disso, o ministro propôs o arquivamento do processo. Em maio de 2011, após análise detalhada do orçamento da obra, o TCU aprovara o projeto executivo da reforma, elaborado pela Emop (Empresa de Obras Públicas do Estado), vinculada à Secretaria de Obras, eliminando qualquer impedimento para a concessão do empréstimo do BNDES ao Estado.

Foto: Marcelo Santos/ GERJ (20/02/2014)

Foto: Marcelo Santos/ GERJ (20/02/2014)

Rio de Janeiro- RJ, 20/02/2014- As obras de reforma do Maracanã enfrentaram alguns obstáculos imprevisíveis, que levaram a modificações do projeto original. A principal delas foi a substituição da antiga cobertura, condenada por estudos técnicos de especialistas. Outros fatores não previstos inicialmente também foram superados como, por exemplo, o expressivo aumento de quantitativo de recuperação e reforço estrutural e de demolição verificados no decorrer das obras.

Foto: GERJ (23/04/2012)

Foto: GERJ (23/04/2012)

Rio de Janeiro- RJ, 20/02/2014- À medida que prosseguia a execução da reforma, constatou-se que as áreas que necessitavam de recuperação e reforço estrutural eram muito mais extensas e em maior quantidade do que aquelas indicadas nos estudos iniciais de patologia.  A recuperação estrutural e a demolição e a colocação de uma nova cobertura foram algumas das dificuldades enfrentadas. Essa obra foi um grande aprendizado para todos nós – disse Ícaro Moreno, presidente da Emop, que, junto com Secretaria de Obras, foram responsáveis pela reforma do estádio.