Exonerações na fiscalização do Ibama expõem ameaças à Floresta Amazônica durante a pandemia da Covid-19

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Pará 02 05 2020

Exonerações na fiscalização do Ibama expõem ameaças à Floresta Amazônica durante a pandemia da Covid-19

Um dos chefes afastados foi Hugo Loss, que era coordenador de operações de fiscalização e participou da operação que destruiu maquinário de madeireiros e garimpeiros, em abril, no ParáImagem da ação do Grupo Especializado de Fiscalização (GEF) no combate desmatamento e garimpo na Terra Indígena Tenharim do Igarapé Preto, Amazonas- O desmatamento na Amazônia cresceu 279% em março de 2020, em comparação ao mesmo mês do ano passado, segundo o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon. O cenário de destruição marca o início da temporada da devastação anual da floresta com um componente grave este ano, o começo da disseminação da pandemia do novo coronavírus nas terras indígenas dos estados da Amazônia Legal. Mesmo diante dessa vulnerabilidade sanitária, os principais chefes da fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), responsáveis pelas megaoperações de combate as ações de madeireiros, garimpeiros, grileiros e fazendeiros, foram exonerados e estão cada vez mais ameaçados por grupos de ruralistas de extrema direita, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Fonte Amazonia real (Foto: Vinícius Mendonça/Ibama)

: Vinícius Mendonça/Ibama)

: Vinícius Mendonça/Ibama)

(Foto:Hugo Loss)